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28/07/2019

Layers Of Fear 2

Como introdução, o óbvio: desde Dezembro de '18 que não coloco os pés aqui - muita coisa acerca do Youtube aconteceu e me tirou o ânimo que eu possuía pelos meus canais. É, conseguiram isso, apesar de ainda amar os meus canais e não cogitar em desfazer, pois sei que alguém, algum dia, precisará de algum desses vídeos.
Vez e outra me surgem idéias para retomar ambos os canais, mas ainda é uma responsabilidade que não tomarei no momento, apenas se forem "longplay", ando preferindo vídeos assim dos meus canais de inspiração (ou canal de inspiração) tomam e dão muito certo. Mas isso é algo que irei resolver adiante ainda.


Porém, dessa vez, depois dessa breve satisfação, vim falar de coisa boa: resenha/review de game.

Layers Of Fear 2

Lançado pela Bloober Team/Gun em 28 de Maio de 2019, LOF2 é um game de Terror Sobrenatural e Psicológico, que difere de seu antecessor, mas consegue implementar fatores e destaques que o torna único, ou ainda melhor: não repetitivo por ser um game seguinte.
Mas ainda assim não é uma continuação, apesar de ter fortes Easter Eggs que remetem ao antecessor. E, até uma atualização ou reforço de história, o 2 é uma história distinta.

Ambientado em um transatlântico belíssimo de época vintage, você é um personagem em que a primeira vista, não é definido. Se você é atriz ou ator, cabe ao player desenvolver seus caminhos e particularidades, lembranças, traumas; e isso, é o que remete ao antecessor. Peças de quebra-cabeça, que assim montados, revelam uma finalidade, e como é da Dev Bloober, não é apenas um final.

Seu agente conseguiu uma proposta irrecusável de você estrelar nesse papel único, feito para você, mas com a condição de que não apenas interprete esse personagem, mas o viva, o possua, o tome como real e só assim, seria a interpretação perfeita desse filme que está sendo gravado no navio.
(Prestar atenção nos detalhes! O agente menciona que você não gosta de navios, mas essa oportunidade era única para ser deixada de lado).

O oceano às vezes é pacífico. E em muitas outras vezes, tempestuoso.
Assim o game se inicia: você, a celebridade, em sua luxuosa cabine de dois andares - a versão, nessa história, do estúdio do pintor do primeiro. Aqui, você coleciona suas lembranças, itens, mágoas, vitórias. - e assim registra todo o necessário para você montar o seu personagem tão perfeito. Ou assim deveria ser.

Uma porta lhe leva ao Desconhecido. A outra, à sua Reparação. Além de tanto luxo em uma cabine, você ainda possui um pequeno cinema e camarim para toda a sua montagem e preparação. Aqui, presumimos o quanto esperam de você.

Algumas alas do transatlântico Icarus estão fechadas. Principalmente para passageiros comuns, já que avisam que um filme importante está sendo rodado a bordo. Mas alguém ainda está por ali. Vendo você, aconselhando você.

Até que o Sem Forma começa a sua caçada. Vemos uma linha tênue entre Razão e Instinto. Uma Vida sobre a Outra. E cada porta, uma realidade, uma emoção intensa. E cada projeção, uma escolha dolorosa e necessária.

A cada parte desenrolada da história, trabalha um trauma, um ressentimento, um ódio. Layers 2 é um game tão intenso quanto o seu primeiro nesse quesito de trabalhar inclusive conosco, não apenas o literal personagem da história.
Em um mundo tão fechado e abusivo, você tem alguém. Alguém que está ali para você. Ou talvez, alguém que está ali só pela sua humilhação. Mas ao lado dela, você é completo. Mesmo dentro de um navio enorme, mesmo com o racionamento de comida para tanta tripulação.

"Mr. Hardy, we are not THAT desperate!". Você é apenas uma criança morrendo de fome, e na sua frente tem um rato morto, o que mais você pode fazer?
Enfim...

Uma das coisas que mais aprecio em games de terror psicológico, ou simplesmente moldados como a franquia Layers Of Fear é esse ambiente. Assim que você dá "start", você faz parte daquilo, até involuntariamente. E então as horas vão passando e você torce para que o jogo tenha cinco, dez, vinte horas, porque temporariamente, é o seu mundo ali.
Quando li que o jogo pode ter de cinco a dez horas dependendo de como você joga, isso foi a tradução da alegria para mim. E quando ele acaba, você quer mais, quer continuar, quer conseguir os troféus faltantes.

O que colabora com tudo isso e mais um pouco é sua trilha sonora, moldada ao sentimento do medo, pois boa parte da história não é musical (como era o primeiro), e ainda melhor, é recomendado o uso de fones, pois o game investiu em modo binaural, ou seja: imersivo, e da nossa natureza, buscar de onde vem o som.
Skyrim, The Sims, Call Of Duty, Battlefield usam disso. E vamos combinar, é a pitada perfeita, principalmente no caso, terror.

A jogabilidade adiciona o botão do Run (e acredite, você vai precisar correr - e muito - nessa história #ficaadica), fora isso, controles comuns de uma história exploradora. As configurações são bastante versáteis, mas apenas atenção: para quem sofre de motion sickness (zonzeira com games em primeira pessoa) ou algo perto disso, esse game dá um pouco de trabalho, tanto que há um capítulo de longas escadarias que quando você abre uma determinada porta, cada passo que você dá, o cenário vira 360 graus. E isso, incomoda. Fora isso, desabilite o "headbob" (o balançar da cabeça ao andar, aliás, porquê colocam isso em games? É a pior coisa...) nas configurações and you are good to go!

Outra breve menção são as vozes, como ele consiste em muitos momentos narrados, as vozes dos personagens se tornam familiares em certo ponto, suaves e bastante influenciadoras em suas decisões, ou melhor, bastante manipulativas.

Pessoalmente, Layers Of Fear 2 é um game magnífico e tudo o que foi escrito acima, além de envolvente e curioso, pois como começamos sem saber nada (melhor dizendo, no primeiro nós sabíamos que era um pintor, tivemos uma introdução do próprio personagem sobre quem ele é) e cada capítulo montamos uma parte do manequim.
Sim! Se você tem fobia de manequins, aqui você vai encontrar toneladas deles. #sorrynotsorry

Para finalizar, e por experiência própria, esse é um daqueles games que você sente a necessidade de continuar, completar e desvendar. Como disse, extremamente envolvente e imersivo - e para mim, são algumas das qualidades que me faz tratar um game como esse, como um favorito (como faço com SOMA que aliás, parte de um dos capítulos é semelhante a algumas cenas desse outro que é um dos meus favoritos).

Sinceramente, Layers 2 não fica só no 70 pontos. Ele merece 90 a 100, e para mim, é 10/10. Jogabilidade, oportunidades, curiosidade, ambientação, música e principalmente, a história. E ainda melhor, se conclui que é muito bom não ser continuação do primeiro. Para o 1, temos o Inheritance em sua DLC, esse, outra pessoa, com a mesma loucura, psicológico.

É uma franquia que me apaixonei mesmo, e como faço com SOMA e Detroit: Become Human, sempre vou torcer para - por enquanto pelo menos - ter DLC, continuação, enfim, extensão de tramas tão bem elaboradas.
"Por enquanto", pois ainda assim, sei que são tão únicos que fazer continuação possa ser desnecessária. Nenhum game é perfeito, mas não tive problemas com bugs (pelo menos na primeira jogada).

"An act of Creation always begins with an act of Destruction".
https://layersoffear2.com/ - site oficial.
57,99 na Steam
112,45 na Microsoft Store (Xbox)
91,90 na Playstation Store.
que variação...




29/11/2017

Call Of Duty WWII: Resenha

A franquia Call Of Duty é uma das minhas favoritas, e isso, é bem claro no canal, mas isso não tira o fato de que precisamos falar dos prós e dos contras, por mais que tenhamos afeto pelo game, seja ele qualquer que seja.

Call Of Duty World War II (mas mais conhecido pela abreviação WWII) tem a sua trama tornada ao que o nome próprio diz, à Segunda Guerra, quando as forças aliadas vão tomando territórios pertencentes às conquistas Alemãs e consequentemente dos Nazistas.

Nosso personagem, Daniels, se torna integrante do Pelotão que atraca na Normandia em 6 de Junho de 1944 – as missões nesse game são todas datadas, seguindo os dias de tomada dessa aqui descrita até a conquista intacta da ponte do Rio Reno em março de 1945 e última missão de WWII.

Diferentemente dos games anteriores, esse CoD 2017 sustenta-se em cronologia fatual, principalmente por ter na equipe de produção, veteranos sobreviventes.

Embora, Call Of Duty, não importando qual a desenvolvedora, sempre manteve o máximo perto do real, em toda a sua franquia. Mesmo os games mais futuristas, jamais tiveram seu armamento e tudo relativo às guerras, fora do real. Protótipos ou testes, pode-se contar nos dedos eventualmente, os itens de Call Of Duty que são irreais.

Então, como o WWII tinha seu desenvolvimento há um considerável tempo, ao contrário do que muitos de nós pensamos (inclusive eu), eles ouviam os apelos de que queríamos os “pés no chão” e aguardavam em silêncio soltar a notícia de um game que retornasse às guerras antigas.

Já que desde 2008, Call Of Duty não teve mais nenhum enredo moderno ou antigo, apenas futurista.

Em seu lançamento, 3 de Novembro de 2017 (com um Beta pago (disponível apenas para quem fizesse pré-venda), meses antes) foi bem recebido, uma vez que tinha uma grande espera do público, pela temática.

O game veio com Campanha, Multiplayer e um modo Zumbi deliciosamente reformulado, mas com um nome bem conhecido: Nazi Zombies.
Em quesito de estrutura, houveram sutis mudanças no costume CoD “de sempre” como é dito por aí:
Quartel-General, Não Regeneração de Saúde e alguns pontos nos Zumbis e no próprio MP.

Para quem jogou Destiny que é multiplayer, os jogadores se mantém em um lugar comum. Ou seja, é possível fazer algumas interações básicas sociais. E é o que ocorre em WWII. Há um grupo de jogadores online no servidor naquele momento, e nós fazemos parte disso. Podemos fazer algumas interações como acenos, avaliar um outro jogador (o que se faz no Destiny também) e pedir para trazerem um loot, caso tenhamos um no inventário.

Fora isso, nesse Quartel, temos acesso ao modo Zombies no cenário, Cinema (para vídeos de interesse do mundo da dev de WWII), escolher contratos e missões.
Temos a possibilidade de ganhar pontos sociais, que então nos leva a outras partes do QG: estande de tiro, para testarmos as armas do jogo, ou jogos de player vs player.

Como um extra, podemos testar e brincar com os scorestreaks em uma parte específica do cenário que é a Praia de Omaha, Normandia, em três dias antes da invasão quando Aliados a tomam e a tornam base.
Dessa vez, foi preferido resumir os lados das partidas online. Ao invés de serem apenas americanos, franceses ou como no World At War, soldado da Wehrmacht, dessa vez os lados são chamados apenas de: Aliados e Axis.

Algo que foi explicado por Glen Schofield, co-produtor da Sledge, queriam evitar a glorificação de “Nazistas Extremistas” dos dias de hoje, e mostrar que os soldados alemães na segunda época estavam cumprindo o seu dever, também, assim como o lado dos Aliados.

Nos Aliados, temos Americanos, Britânicos, Soviéticos, Resistência Francesa.
Detalhes à parte, foi incluído algo que considero de importância: as Divisões, tanto que agora, não são classes.
Infantaria (rifles e pistolas, com o adicional de baioneta), Airborne (“No Ar”: o foco aqui é a rapidez e silêncio que temos a mais, ao escolher essa divisão), Blindado (armas pesadas), Montanha (atiradores de precisão) e Expedição (escopetas incendiárias). Todos personalizáveis, mas ainda específico e podendo aumentar de níveis.

Sim, o nuke nesse game se chama V2 Rocket.

Foi mencionado acima, no texto, a não regeneração. Isso está instaurado na campanha apenas, e o player depende de kits médicos do ambiente, ou do colega Zussman.

Junto com isso, outro ponto que particularmente apreciei, foi a utilidade do pelotão. Agora, quase todos que participam com você tem algum pacote a lhe ajudar. Kit médico, granadas/morteiros, reconhecimento inimigo e munição.

Claro que nem sempre a turma está toda junta, então tem que existir estratégia para administrar o que se tem, para não faltar na hora da necessidade.

Dito isso, retornamos ao menu do jogo e agora escolhemos “Nazi Zombies”.
Para você que não teve medo dos zumbis anteriores na franquia, pode esquecer, pois dessa vez nós saímos um pouco de CoD e entramos em... Resident Evil, Dead Space, Outlast? Talvez.
Claro que o temporal não sai da Segunda Guerra e do Terceiro Reich, mas se passa em uma versão alternativa.

Quando iniciamos o modo, temos a intro e então, uma explosão nos traz a possibilidade de controlarmos a nossa personagem, que o tempo todo, se preocupa com o irmão. Enquanto estamos nos arrastando, percebemos algumas coisas estranhas acontecendo: soldados alemães sendo assassinados na nossa frente por algo muito estranho... Untoten. Há um jumpscare (cuidado, há muitos no modo zumbi). Mais para frente, temos outros untoten para enfrentarmos. Por fim entramos em uma casa (que vemos em uma das missões da campanha) e lá, começa a nossa onda. Assim que completamos e temos um gosto do que vai ser o modo a partir de agora, saímos em busca do nosso irmão e assim, o prólogo acaba.

*Untoten: morto-vivo em alemão.

Mas não o terror. Considero esse modo, esteticamente melhor que os anteriores. Eles trabalharam de forma mais detalhada ainda nos zumbis e nas suas possibilidades. Em outras palavras, agora, o manuseio é um pouco mais fácil, mas ainda mais trabalhoso.

As vantagens agora precisam de sangue (para depois a Euforia) para serem completadas, não mais chicletes ou bebidas. Podemos personalizar armas, assim que desbloqueamos, nossas moedas agora são Truncos que podemos compartilhar com o resto do grupo e agora podemos montar nossas classes. Podemos ter vantagens e poderes um pouco mais especiais, como na vantagem Médico, podemos ter camuflagem temporária e somos constantemente ignorados pelos zumbis, por alguns segundos.

Algumas das criaturas são movidas por combustível que ao explodir nos ferem ou podem ser mortas. Temos criaturas que pareceram testes nazistas que não deram certo, ou melhor, deram certo o suficiente, pois carregam consigo armas letais (e acredite, cuidado quando vão correndo atrás de você).

No mapa base de WWII, temos que montar a Tesla Gun que paralise e destrói os inimigos, embora tenha pouca munição. (algo que gostei, é que não é difícil conseguirmos Taschen Voll (máximo de munição) ou o próprio Überladen (medidor de habilidade cheio), então, nos viramos bem, sozinhos ou em grupo.

Fora a arma, temos algumas outras atividades a fazer, o que rende, hoje (e outro ponto que gosto) de uma hora, no mínimo, por partida. Pessoalmente, esse modo está mais aproveitável do que os anteriores.

(estou evitando spoilers, e acredite, não contar o que temos que fazer, vai fazer valer mais a pena).

Saímos do modo zumbi, agora vamos ao que pesa no game, e as considerações que quero e preciso fazer.

Sempre fui bastante emotiva nas histórias de Call Of Duty, mas dessa vez, a emoção foi além, e bastante forte, doeu bem mais do que nas lágrimas.
Não sou e não quero ser poetisa, porque agora, falo sério. Tudo que você viu/vai ver é real. É fato. Não é realidade alternativa.

Nós percebemos isso, a partir do primeiro momento em que conhecemos o Sargento Pierson. Amargo, grosso, frio. E é nele que levamos a perceber a gravidade do nosso pelotão, da nossa situação.

As missões se decorrem e nos mostrar um pedacinho do que foi a crueldade nessa guerra. Diversos momentos, que aqui não vou especificar, você vê os dilemas que Daniels fica. Ele precisa ser herói, mas precisa cumprir o seu dever.

Como sempre, sofro com os personagens e as histórias. Para quem não é tão sensível, ainda acredito que essa história vai mexer, pois pensar que aquilo foi real e que pode ainda hoje ser real ou pior, é um pouco aterrorizante.

Enfim, a minha versão de WWII é do Playstation 4. O qual eu não tive problemas técnicos, a não ser no multiplayer, que é aquela VELHA história de Call Of Duty dando lag e isso e aquilo, tanto que faz algumas boas semanas que o Quartel-General está off-line, nos deixando solitários no lobby na Praia. (mas parece que está online novamente, no dia que posto esta resenha).

Ainda no multiplayer, particularmente gostei do sistema. Semelhante ao Bo3 e não ao Infinite, foi de qualquer forma um alívio, pois para nós Brasileiros, ainda em 2017 custamos em ter uma internet compatível com a “tecnologia” da franquia.

Mas....

Em alguns momentos essa pode ser a pior palavra.

WWII ainda faltou algo. Não sei explicar o que seria. Mas antes de escrever essa resenha discorri por algumas outras fontes, para poder não cometer erros ao escrever a minha resenha.
Cheguei a ler as notas que foram dadas ao game, por diversos sites. Quando li 70/100 (PC Gamer), embora decepcionada ao ler (mas quem sou eu, não é mesmo? CoD para mim sempre será 10/10 ou 100/100) eu não pude discordar.
Infelizmente eu, mesmo incerta ao dizer isso, senti que a campanha foi curta. Compreendo que foi um momento extremamente específico (Diga-se de passagem, que Battlefield 1 é curto em campanha também) e trabalhoso.

Call Of Duty é fantástico (as minhas resenhas refletem unicamente a minha opinião. Não de todos os fãs e não a sua). Ele retomou um assunto que eu aprecio estudar, foi detalhado, cuidadoso. Aí entro no MP e ele está pé no chão, sistema anterior ao Infinite, retomou uma simplicidade (refiro ao que veio de base, minha resenha não inclui no momento, eventuais DLCs ou updates) na roupa e no equipamento, contratos e missões de certa forma tangíveis. E então vamos para o Zumbi, gostei da inovação, da estética e do terror incluído, deu mais vontade de jogar esse modo, pessoalmente falando. Empolgou mais, a uma hora e mais que mencionei passa voando. Isso para mim é jogar zumbi.

Os anteriores eram ótimos sim, mas não se durava, ou frustravam. E o do WWII foi inovado sim, não foi “mais do mesmo”.

Nós formamos a opinião depois de jogar, esse seria o caso. Tanto que gostar ou não, isso vai durante todo o processo de teste. WWII foi uma tentativa pessoal de expressar os horrores da Segunda Guerra, e acho isso extremamente necessário. Embora mesmo alertado com o horror, não o evita para muitos líderes.
Poucos depois do dia do lançamento (11/11) foi o Dia dos Veteranos, então mais que apropriado lançar essa lembrança, dessa vez. Tanto que foi laçado um vídeo no canal do Call Of Duty em homenagem ao dia e ao game.

Para mim, mesmo com esse “algo faltando”, WWII foi um ótimo retorno às raízes, por assim dizer. Todo o conjunto foi compatível, um modo se complementando com o outro.

Mas acho que, se tivesse esse detalhe a mais, poderia não ter sido tudo aquilo que a gente via, ou até que prometia, porque tivemos muita expectativa, principalmente na Beta. E não quebrei a cara, pois fiquei satisfeita com o que tive em mãos.

Fontes:
https://en.wikipedia.org/wiki/Call_of_Duty:_WWII
https://pt.wikipedia.org/wiki/Call_of_Duty:_WWII#Sinopse
Além das citadas nesse texto e linkadas para leitura.

31/10/2017

Resenha: Narcosis

Vídeo do Playthrough: https://youtu.be/qYO1pTnKIsY

O efeito "SOMA" ainda existia em mim quando fui procurar algum jogo indie, ou não tão longo, para poder gravar e salvar para o dia 31. Queria uma história forte, sustos, um bom filme para os que viriam assistir. Narcosis foi o fruto de um desejo quando eu percorria o Marketplace, a plataforma escolhida foi o Xbox One.

Não conhecia esse game, antes de ver ali - nunca havia visto. Realmente eu tinha mergulhado de cabeça nessa, e o resultado foi extremamente agradável. Não sabia o que esperar, mas parei para ver o trailer e vi o meu querido Soma ali.

Site Oficial com trailers, imagens e algumas informações. Assim como The Park, publicado no dia anterior, no canal, esse também é pago, custando em torno de trinta e poucos válidos reais.

História: (sem spoilers)
Em Narcosis, você é um engenheiro e participante do Projeto Oceanova, que acredita na eficiência de um novo combustível, o Metano. Porém, em um dia de trabalho, um abalo destrói todos os complexos e habitáculos do projeto, levando à morte de praticamente todos os funcionários.
E o seu papel é resgatar eventuais companheiros, e verificar o tamanho do estrago. Mas como um game de Terror, você não está sozinho e para deixar a situação mais complicada, o seu tanque de O2 está com problemas, e a perda de oxigênio é constante durante todo o percurso. A única ajuda na imensa escuridão, é um conjunto de dez sinalizadores e uma faca.


Durante todo o percurso, surgem trechos de conversas que aos poucos vão se juntando, e nós mesmos compreendemos o que se deu, o que aconteceu. É tudo explicado muito bem, a partir do momento que a tragédia ocorreu. Praticamente em cada um dos 13 capítulos (ou Registros de Eventos) há algum quebra-cabeça a ser resolvido o mais breve possível, para o próprio personagem não se perder na insanidade.

Prós & Contras: (com spoilers)
Antes de mais nada, deixarei claro que apreciei demais esse game da mesma forma como fiz com SOMA, e assim, Narcosis vale muito a pena, compensa o dinheiro e o tempo. "Ponto". Mas por melhor que seja, não anula certos... Defeitos que foram para mim, que atrapalharam diversas partes. Por mais que eu entenda a idéia de cada um deles.

Começarei pelo pior que considero: controles. Compreendo que o efeito era o mais realista possível, assim sendo, você usa um traje de mergulho de meia tonelada, e é óbvio que locomoção não é a coisa mais prática do mundo. Mas no game isso incomodou, pois tive muita dificuldade de virar o personagem para ambos os lados. Se em situações sem estresse era difícil e incômodo, piorava com ataques dos animais, fazendo com que a perda de oxigênio fosse o dobro do normal. Você virava a cabeça do personagem, mas parecia um delay na hora de virar o corpo. Isso não foi nada prático!

Na forma de locomoção mais rápida, temos o Thrust. Ótimo, bem melhor do que uma "simples" corrida, podemos desviar dos animais, mas para trabalhar só com ele nos puzzles, complicava com o problema do andar, discutido acima. Acionava, mas ele não obedecia ao comando. Em uma das partes que temos que depender da força do Thrust para subir nas mesas, demorei horas mais do necessário, pois a junção de tudo isso parecia desnortear o próprio personagem (lag) e lá morria e tinha que recomeçar o ciclo tudo de novo.

Entramos em um outro fator: o game apenas salva de capítulo para capítulo. Raras eram as vezes que algo importante culminava em um salvamento. E isso atrapalha o suficiente para termos que recomeçar os capítulos.

Consola pensar que todos esses fatores negativos são parte do desafio do jogo.

A faca que temos no jogo apenas ajuda, mas depois de várias tentativas de ferir os animais hostis, depois que eles já se aproximaram e atacam você. E aliás, tem criaturas que de fato não há como lutar, é apenas na base do stealth. (O pior era quando você não via saída em um ninho). E acrescenta-se o problema de até nisso parecia existir um "lag", pois esfaquear não atingia a criatura que estava ali, em você.

O mais incômodo feature sem dúvida foi o oxigênio. Achei muito bacana nós termos que lidar com a pressão disso, e como dito, de que ele ainda por cima não funcionava direito, pois causava vazamento de gás. Mas, a um primeiro momento, não pude explorar por completo o game, pois tanques de oxigênio não se acha com tanta facilidade durante o game. Literalmente debaixo da água, pouco foram os encontrados. Encontrava-se disponíveis em corpos que ao se aproximar, causava estresse no personagem o suficiente para quando trocar o gás, não elevava ao máximo e tinha que buscar outro suprimento, longe dali.
E repetir cenas quando se morre, não resetava os tanques, ou seja: momentos difíceis sem oxigênio.

Muitas das cenas foram difíceis com esse conjunto de falta de oxigênio + faca que não corta + thrust que não obedece + o corpo do personagem não responde.

Por muito pouco, não atrapalhou o aproveitamento. A história em si é bastante tocante, tensa de visualizar e pensar estar na mesma situação, não só por ver companheiros em fuga no desespero, quanto você perdido numa imensidão hostil, em que a única forma de viver estava contada. E como dito no game, o que te protegia podia te matar a qualquer momento.

Narcosis é muito imersivo.
Tem ótima trilha, sem exageros ou sons fora do lugar e isso combinado com uma ambientação bem detalhista e bem montada. Particularmente estou satisfeita com o que escolhi para postar no dia 31/10. Cheguei a ler que o tempo total leva de uma hora a uma hora e meia, mas consegui montar quase três horas de jogo, e assim se completando com 14 capítulos.
Seria ótimo um Narcosis 2, não acharia ruim. Assim como SOMA 2 porque né... Facilmente o game na minha opinião levaria 9 ou 10/10, está recomendadíssimo!

Happy Halloween!


01/10/2016

Keep In Mind: Review


Meu playthroughhttps://youtu.be/w3-DAI7-TgM

Em retorno aos Drops Terror, no momento, Keep In Mind é um moldável e interessante. Gosto muito de games com jumpscares, horror e o macabro, mas, bons jogos para mim são aqueles que mexem com o seu interior, mais do que com o seu sentimento de Medo.

Esse é um deles. Engloba todos os terrores pessoais do ser humano, todos os horrores interiores, no âmago. Neste caso, você é Jonas, um personagem que tem problemas no casamento e relacionamento, de vida e bebida. No gameplay, você está dormindo enquanto a sua esposa fala e tenta dar o ponto dela do que está acontecendo, e em resposta, você cai em um plano dos sonhos em que tem que lidar com o seu próprio "eu" em dezesseis formas diferentes.

16 "eus" que você tem que procurar no seu mapa. Ou seu plano, como dito anteriormente, e uma vez encontrados, a continuação do jogo, ocorre e por fim, você se enfrenta. Cada "eu" tem o seu motivo, tem o temor. Algo como ficar revivendo a situação, revivendo os seus temores.

É algo difícil de explicar, porque quem possui transtornos, sente apenas. E é o que é tratado no jogo. É o mesmo que explicar o que é a Ansiedade. Quem tem isso como transtorno (experiência própria) chega a se identificar com o game, porque sente o que os "eus" tentam explicar e mostrar ao player.

Em outras palavras, esse é um daqueles games pessoais. Que pode não ter um gráfico interessante, ou uma jogabilidade fantástica, ou até uma história épica, mas que pega elementos do dia-a-dia, do ser humano e molda, e é isso que sai.

Psicológico sim. Muito. Um ponto forte, e só depois de jogar que o player para e reflete, no fim, o quão forte um game pode ser. Ou significativo.

Criado por rose-moth (http://rosemoth.com/). "(...) jogo baseado em narrativa (...) e se você se magoa fácil ou é muito emocional, esse jogo pode não ser o melhor para você (...)".

Download do jogo: http://gamejolt.com/games/keep-in-mind/143174

Notas:
2/5 em aproveitamento, jogabilidade, gráfico.
5/5 em história, drama psicológico.

Notinha: Tipo do game jogável mais que uma vez.

05/09/2016

Everybody's Gone To The Rapture: Review


Playlist do detonadohttp://goo.gl/Tgkg1e

Everybody's Gone To The Rapture é uma longa história. Tanto de jogabilidade como de campanha. Lembro que quando comprei, o pacote continha SOMA também, e não me arrependi.

Rapture eu não joguei anteriormente a não ser este playthrough postado. E no começo, pesquisei sobre o que era e se havia parentesco com Bioshock.

Você surge nesse condado inglês possuidor de um mistério: algo erradicou toda a população daquele lugar e você precisa descobrir o que ou quem foi. Com nada em mão a não ser uma curiosa luz que flutua lhe mostrando o caminho e os mapas espalhados pelo lugar.
E a forma como o player descobrirá isso serão em pontos de luz, rádios e telefones que guardam lembranças da cidade. Não apenas recordações, mas os ocorridos e as relações interpessoais dos moradores.

Para os emotivos, a história é feita em capítulos, cada um sobre os personagens importantes. Mas ao que se desenrola, tende a ser dramática  e triste. Não chega a ser um quesito psicológico, mas mexe com valores e morais.
E tudo isso se iniciou, fazendo a população acreditar que era uma epidemia forte de Influenza. Mas se torna bem mais que isso.

Controles são bem básicos: andar e correr - muito pouco e bem depois do desenrolar da história - o jogo deixa bem claro o quão foi feito para mostrar a sua estética e gráficos. Para mim isso é até um pouco ruim, porque eu busco história em primeiro lugar. E neste, explorar o gráfico é andar e muito. A história aqui é um segundo plano.

O ponto realmente ruim é que é cansativo. Em momentos, você percorre o vale durante literal uma hora e nada é descoberto. Mas tentei sobrepor a vontade de saber o fim da história nisso.
Rapture merece uma boa nota de história, mas tirando as horas gastas de apenas andar e permitir apenas a campanha, o tornaria algo como o game "Serena", ou indies de menos de meia hora.

Como dito, o drama em primeira pessoa, controle e interação básica. Lindo graficamente e belo em história. Infelizmente, cansativo.

11/06/2016

Warm Distress: Review

Esse jogo merece uma review um tanto quanto semelhante à ele: curta.

Pesquisei mais um pouco sobre ele, e é um "Early Alpha". Enfim, para mim e como é mostrado no meu gameplay, foi uma demo bem curtinha. (Como não sou experiente em assunto do gênero, bugs e glitches eu não comento, uma vez que não é o jogo completo). No resumo do game, consiste no player encontrar duas chaves para ter acesso a um seleto clube, talvez.

A criatura que aparece em ambos os finais tentados, não me deixa movimentar tanto, e é por isso que encerro as tentativas ali. Mas de qualquer forma possa até ser um integrante desse dito clube.

Para ser sincera, eu gostei muito da ambientação: macabra, estranha e psicológica. De fato, não há muito (talvez nada) a fazer a princípio. Apenas andar, sequer correr e observar o ambiente vazio mudar de cor e clima.
Gostei também da trilha, ou da única track feita até então, apropriada ao ambiente. Acho que sim, dá um belo clima se jogado à noite, sem luz e com fones. (não é o meu caso, prefiro de dia e com barulho na rua).

Comandos simples, mesmo. Não há o que a se aprofundar por enquanto, tendo testado essa versão. Infelizmente ou felizmente foi uma experiência breve, mas se for levado à diante com o projeto, pode render sim algo mais macabro.

A engine me lembrou demais os games em homenagem aos SCP ( <3 ).

#Link para o gameWarm Distress
#Link para o meu playthroughWD Play

+Nota de aproveitamento: 2/5. {Ambientação + música}.
+Nota de Horror: 4/5 {Psicologicamente estranho}.

15/05/2016

Calm Time: Review

Andei devendo os últimos reviews da lista de Drops Terror. Mas bem, agora, organizarei tudo em seu lugar.

Calm Time é um curto joguinho pixelizado de suspense/terror. Particularmente, achei engraçadinho e triste. Porque seu começo é meio que inusitado, já que um player dificilmente vai ter o papel do assassino em um jogo.
Digamos que sim, é difícil ser vilão uma vez sendo player, mas óbvio que isso não deixa de acontecer.

Enfim, a história vai correndo e as coisas acontecendo, e é aí que o triste vai começando a ocorrer. Tem uma linha crescente de terror psicológico, como por exemplo: o dilema de ter que esfaquear uma criança.

Calm Time é bem interessante nesse quesito. Como gosto de jogar uma boa história, esse game é um desses. Se há algo a compensar, a história faz isso. Assim sendo, a mistura de drama psicológico + suspense faz uma dupla.

Quanto à jogabilidade, algo que incomoda é a falta de um correr. A demora para chegar de um ponto a outro é grande, o que estende em minutos a resolução. Pode até ser mencionado que é uma campanha longa de tempo e não história.

"Longa". Apenas por ser cansativa.
Movimentos básicos compõem o jogo. Não é algo amplo, tudo ocorre dentro de um casarão, um lote apenas. E cada canto contém um personagem e uma história em particular.

No fim, encerra-se com certa tristeza.

#Link para o game: http://gamejolt.com/games/calm-time/19354
#Link do meu playthrough: https://youtu.be/rdI9xQxYGmQ

-Nota de aproveitamento: 5 de 5 para história.
-Nota de Terror: 2,5 de 5. Há jumpscares sonoros.

21/02/2016

Midnight Library: Review

E retornamos aos games de terror costumeiros de antigamente. Midnight Library é um bom jogo sim, para quem curte first person games e com um ambiente de interação básico, mas bem apropriado ao ambiente.

Você estava na biblioteca quando desmaiou, por algum motivo que se desconhece. Era meia-noite e você tem que ir embora do lugar. Só que não é assim tão fácil, pois coisas estranhas estão acontecendo no lugar e o jogador tem que descobrir como fazer o seu caminho para fugir.

Se há saudade de Slender, esse jogo recorda do que há de tenso em jogos de quase sobrevivência ambientado no escuro. Em determinada parte, você se depara com uma gigantesca estátua do Slenderman, e daí algumas coisas fazem sentidos.
Recordando que não é um game em que você procura sete ou oito páginas/ou qualquer coisa do gênero.

Mas enfim, a mecânica é básica. Andar, não há correr, e interagir minimamente apenas ao se aproximar dos itens. Mas ambiente é muito bom, cuja trilha apavora ainda mais.
Talvez não se tenha nada novo nesse game, mas ao meu teste, eu gostei e indico.

Esse tipo de game é um dos exatos motivos pelos quais eu amo esse gênero.

#Link para o game: Midnight Library
#Link para o meu detonado: Midnight Library Vídeo

{Minha nota de aproveitamento: 5/5
{Minha nota de nível de terror: 5/5 *ponto alto: trilha/ambiente.

!!stay frosty!!

06/02/2016

Evil: Review

Criado por Nameless, Evil é um game curto de horror e em primeira pessoa. O controle é meramente o básico, e a câmera é através de perspectiva em alguns pontos que joga (sem redundância) ao jogador, enganando-o.

Pessoalmente, esse jogo mexe demais comigo. Desde a primeira vez que eu assisti a gameplay dele no canal do Pewdiepie. Enfim...

Por dois fatores:
-Trilha sonora: é feita por uma mistura de sons. Ambientes, gritos. Na realidade, um escândalo. Escândalo - para mim - psicológico. Não recomendaria fones de ouvido, afinal...
-Visual: Linhas distorcidas, rostos distorcidos, cores exclusivamente escuras. E até figuras conhecidas: Slender.

Essa mistura, para mim, me zoa um pouco a minha angústia, tensão e medo. O final do jogo, a primeira vez que vi, fiquei um tanto quanto assustada.

Os gameplays que vejo dele, os youtubers são mais corajosos. Comigo, SEMPRE que se trata desse jogo, dá vontade de me esconder para poder vê-lo.

Confesso que concordo com a visão que alguns têm desse jogo: que é idiota, padrões nada a ver. Um jogo sem sentido. Pois até é, embora que não para mim. (hm)

Indico muito, para quem é covarde como eu.

Não há uma história linear. Você acorda e precisa se vestir para sair do quarto, de uma casa que é no nada. Você sai do quarto e está em outra dimensão. Demoníaca.

# Link para o game: Evil
# Link para o detonado: Evil

{Minha nota de aproveitamento do game: 5/5
{Minha nota de horror: 10/5 *é muito sério isso.

"Teu Sangue, a Força de Tua Carne". - Lacrimosa.
!staay frosty

Don't Escape: Review

Não exatamente um game de terror, porém, com uma temática um pouco obscura (Lobisomens são considerados criaturas sobrenaturais), você é um rapaz de sangue lupino, que descobriu que é possível evitar um massacre na vila em que mora, por sua própria culpa.

Então, como jogador, você tem que evitar escapar da cabana. Não importa o que isso signifique à você. Game de navegador e Point'n'Click.

Pixelizado, pode ter um nível de terror um pouco menor do que um em outra linhagem gráfica, porém, resolvi tentar. Adoro o tema, e este, praticamente um RPG, assumi o papel de lupino. Gostei da tentativa.

Literalmente se torna um puzzle, e existem vários finais diferentes, embora o objetivo seja único: menos stamina possível para o personagem.

Publicado por scriptwelder no site Gamejolt, essa é a proposta desse game. Juntar puzzles com as notas que a bruxa lhe deu e evitar matar gente inocente.

Como descrito no about do vídeo, existe mais um final que descobri depois de publicá-lo. Pois fora esse, acredito ter passado por todos os outros

# Link para o jogo: Don't Escape
# Link para o meu detonado: Don't Escape

{Minha nota de aproveitamento do game: 5/5 *Sobre RPG & Lupinos.
{Minha nota de horror: 0/5

The Black House: Review

Publicado no site Gamejolt pelo usuário The Horror Maker, The Black House consiste em você, o player e o inspetor, investigar coisas estranhas ocorrendo em uma casa. Cabe a você desvendar todo o mistério.

De um modo ou outro, não vou por mérito ou desmerecer quais ou quantos clichês existem nesse jogo, mas em resumo, eu gostei sim do jogo.
Pessoalmente eu gosto desse tipo de jogo. Muito. Que aliás, é um dos motivos para eu gostar de games de terror, de PC. (Silent Hill eu não conheci em PC, embora Doom sim)

Enfim. Há alguns jumpscares sim, mas nada bizonho, apenas momentos apropriados enquanto você explora o local.

No começo, os controles atrapalham um pouco. Pois para tirar fotos, são duas teclas a serem apertadas, não apenas uma. Mas não demora a acostumar, e assim seguimos como jogo.

Cuja história é bem simples, e é onde entra um dos clichês (comentário a parte). Você entra, precisa abrir portas, algumas precisam de chaves que estão dentro de outras portas, encontra corpos, MANEQUINS.

Meu pior martírio em um jogo são manequins.

....Tira as fotos e no fim, o que vale é a sua curiosidade, linear e obrigatória, que é onde entra o desfecho do jogo.

É um jogo que poderia ser mais extenso, melhor explorado. Isso, com certeza. Mas eu gostei e jogaria de novo, pelo clima. A trilha ambiente é boa, é o que causa a tensão, mais do que os jumpscares ou os corpos.

Ah! Algo que me alfinetou demais, foi essa tensão do jogo. Gosto disso. Tensão de que a qualquer momento você pode ter um novo jumpscare.

Ponto ruim: A lerdeza de locomoção. Isso foi o que causou 30 minutos desnecessários. E não há sprint.

# Link para o game: The Black House
# Link para o meu detonado: The Black House

{Minha nota de aproveitamento do jogo: 4/5
{Minha nota de nível de horror: 5/5 *ponto alto: clima de tensão.

"Teu Reino é o Inferno, Perdoe o nosso Ódio". - Lacrimosa.
Stay Frosty!

23/01/2016

Murder At Masquerade Manor: Review

Jogos Indie tendem às vezes a ser simples, curtos, com poucos objetivos. Murder At Masquerade Manor é um jogo desse.

Tipo Puzzle e de exploração, sua função consiste em descobrir o assassino do dono da mansão e encontrar a arma do crime.

Mr. White é um jovem rico que todo ano, promove um baile de máscaras em sua mansão, mas em uma fatídica festa, ele é assassinado. E você sendo um inspetor e estando lá, cabe descobrir o que aconteceu.

O ponto alto do jogo é que todos são capacitados em serem assassinos, pois possuem rixa com o dono da mansão.

Em questão de jogabilidade, a câmera é um pouco atrapalhada. Você caminha em frente, mas o jogo lê em diagonal. Então você precisa modelar o personagem com todas as teclas para poder caminhar para frente.

O joguei diversas vezes. Na primeira, descobri o assassino, nas outras, não mais. Mas em contrapartida, descobri que você pode ser assassinado e encontrei as armas do crime, algo que de primeira eu não tive experiência.

Não sou fã de puzzles, gosto de mais ação, mas eu gostei sim do jogo, principalmente por ser apaixonada por Masquerades. Então para mim, esse game foi mais visual do que aproveitamento em jogá-lo.

Não possui jumpscares, não possui horror. Apenas o enredo que é sobre assassinato.

 Link para o game: Murder At Masquerade Manor
 Link para o meu detonado:
 
Drops Terror: Murder At Masquerade Manor

{Minha nota de aproveitamento do jogo: 3/5 
*5/5 para o enredo.
{Minha nota de nível de horror: 0/5 


"O diabo é real, e ele não é um homem vermelho com chifres e rabo, ele pode ser bonito, porque é um anjo caído, e era o preferido de Deus". - AHS
stay frosty +

19/01/2016

The Tender Cut: Review

The Tender Cut foi publicado pelo usuário No, Thanks no site GameJolt.com. Foi criado por Ilya Kononenko e Yuliya Kozhemyako.

É um jogo puxado mais para o artístico. Simplesmente composto por alguns elementos, é preto e branco, explorador de cenário e point'n'click.
Ocorre em um composto de apartamento, conjunto a um quarto. E cabe ao jogador repetir o que vê na televisão.

Mas não é simplesmente copiar da televisão, não é alienado a esse ponto.
As imagens da televisão não são mostradas de forma aleatória, mas provêm de um filme real.
Inspiração: a cena "Il etait une fois" do filme de Luis Bunuel: "Un Chien Andalou" (particularmente, não assisti esse filme ainda).

A dica para o jogo é prestar atenção ao que passa, porém, para quem joga pela primeira vez sem ter tido antes experiência do gameplay, é claro que não pensaria isso na hora, mas fica essa dica se for a sua primeira vez.

Não há jumpscares, é um game cult, talvez tenha um público específico, e talvez não se encaixe necessariamente no quesito terror/horror por isso. Apenas foi feito por conta do corte no olho e para aqueles que possuem fobia. Para mim, zero de agonia.

Devo dizer que é curioso de se jogar. Gostei do gráfico, mereceria uma melhor elaboração, no sentido de continuação do jogo.

 Site oficial: The Tender Cut Site
 Link para o game: The Tender Cut
 Link para o meu detonado: Drops Terror: The Tender Cut

{Minha nota de aproveitamento do jogo: 4/5
{Minha nota de nível de horror: 0/5 

"All Monsters Are Human". - AHS
stayfrosty!

The Halloween: Review

Como já é claro a essa altura, criei uma série no canal chamada Drops Terror. Vídeos com gameplay/walkthrough único, em sua maior parte curtos, com temática de horror.

The Halloween foi o game que abriu essa série.
E aqui, está o meu review:

Game de passatempo de navegador, The Halloween foi um point'n'click criado especialmente para o Dia das Bruxas (de 2010), por isso o nome.

Foi criado pela produtora SINTHAIstudios, tailandesa. Empresa é conhecida por seus diversos point'n'clicks de horror, no mesmo estilo que esse.

Como o gênero e o estilo da produtora, cabe ao jogador ser um visitante na roleplay, na história e então, explorar o ambiente clicando em tudo e diversas vezes, até que a história seja revelada, por fim.
A produtora busca colocar nos jogos diversos elementos que possam assustar (jumpscare) de cara o jogador. No caso de The Halloween, há cabeça de uma criança rolando e um suposto suicídio por tiro, que se revela à janela. É o que se resume.

Histórias simples, com certas ligações, mas neste jogo, é quase aleatório os elementos mostrados.

Em outras palavras: jogo simples, com elementos de jumpscares, mas de certo cansativo na insistência que o jogador tem de clicar até algo acontecer.

Quer conhecer a SINTHAI? SINTHAIstudios
Link para o game: The Halloween
Link para o meu detonado: Drops Terror: Halloween

{Minha nota de aproveitamento do jogo: 2/5
{Minha nota de nível de horror: 3/5 *Vale pelos jumpscares.

*As notas são de acordo com a minha opinião e o meu gosto, nada a ver com nada oficial ou crítico de outros sites.
*Contagem da nota: 5/5

"Quando não houver mais espaço no Inferno, os Mortos andarão pela Terra" 
-Dawn Of The Dead.
stayfrosty!

05/08/2015

Resenha: Rain


Rain
Ele só queria ir ao circo que estava na cidade, porém a promessa de ir, dita por seus pais, apenas se cumpriria após ele melhorar de saúde e assim, doente, permaneceu de cama. Tudo o que o garoto precisava era de uma noite. Então, enquanto descansava, a chuva caía do lado de fora. Forte, barulhenta, e nisso, uma garota bateu à sua janela.
Pouco depois, eles foram interrompidos pelo Desconhecido, e é então que a noite deles só começa. O garoto segue a menina, para começar uma longa e tortuosa caminhada pela chuva, aliada e inimiga, enquanto escapam das garras dos mais diversos inimigos que cruzam o seu caminho.

-&-
O game é um storytelling em sua principal função. Não possui muitos comandos, apenas três (pular, correr e interagir); o pouco de jogabilidade - adequado e funcional para o gênero do jogo - consiste no jogador tomar a atenção dos dois protagonistas, por em interação, os personagens são capazes de aparecer e sumir, suas... Consciências tomam forma na chuva, ao mesmo tempo em que em lugares cobertos, só há os passos. Há poças de lama, que marcam a sua forma e consequentemente, lhe tornam mais visíveis, assim como os inimigos.
Como dito, não há lutas ou batalhas, apenas colaboração em dupla para que os 8 Capítulos da história sejam contados, que aliás, o jogo o faz muito bem, uma interação para a história ser contada que é excepcional.

Sim, Rain é um game que não agradaria a todos, por esse fato: lembra um Point-N-Click, cuja função principal é contar história, não a jogabilidade. Eu classifico pessoalmente como Drama, e amantes de Ação poderiam achar esse jogo tedioso.

O conteúdo da história em si, além do drama, possui muitas metáforas, como pelo principal inimigo, uma criatura nomeada de Desconhecido, que persegue as duas crianças incansavelmente, até o último momento do jogo. Toques de Romance + Amizade e até angústia passa. 

Talvez o game não seja para um público aberto, mas, não passa de questão de gosto. No fundo, me lembrou um toque de Silent Hill, por conta de consciências, criaturas e 'dimensões'.

Opinião pessoal: literalmente em questão pessoal, esse jogo me emocionou. O final, é belíssimo, o decorrer é quase uma agonia, a trilha sonora, clássica e instrumental dá a adição cheia de sentimentos e emoção. O único contra, é que por melhor que seja o papel do Desconhecido, ele é um boss em patamar irritante, quando a gente acha que o derrotamos, lá está ele firme e forte. Mas o desfecho da história dele, metaforicamente, é bem posicionado também.
                                                                              -&- 
Link: https://www.playstation.com/en-us/games/rain-ps3/
Preço: 30 reais (a verificar, consegui grátis pelo Plus)
Plataforma: Playstation 3.
Campanha: oito capítulos, muito curtos, game capaz de ser finalizado em poucas horas.
Troféus: Doze troféus, unicamente. Para completá-los apenas há a necessidade de fazer a história duas vezes. Um para cada capítulo + um para cada conjunto de lembranças em cada capítulo, encontradas.

18/04/2015

Resenha: Razer BlackWidow + Razer Kraken USB = Rocketz Haul (Compras)













Sim, o canal anda anda de acordo com os conformes. Estou mantendo o planejamento de quatro a cinco vídeos por semana, em ambos os canais. Como tenho algumas campanhas em aberto, como Devil May Cry, resolvi adiantá-las mais uma pouco. Semana passada atualizei Black Ops II e essa semana que entrará, DmC & Dishonored serão atualizados. Vejam bem que não esqueci do Dante. Estou variando para não ficar na mesmice, e manter o equilíbrio entre partidas de multiplayer e campanhas, afinal, o canal é lugar para ambos, assim como criei.

Enfim, o objetivo deste post é uma comprinha que fiz na loja Rocketz (https://rocketz.com.br/) neste fim de semana. Já os conhecia, além do que eles antes eram a First Place, mas revendo-os no canal do Poladoful (https://www.youtube.com/user/MrPoladoful) acessei mais uma vez o site e conferi o endereço. Para a minha bela alegria, a Rocketz abriu bem perto da minha casa, então, quis conhecê-los.

E nestas fotos e no vídeo de unboxing abaixo, se deu o resultado e como dito, vou fazer as minhas resenhas até agora, dos produtos.
Uso fones da Turtle Beach e os originais dos consoles, mas entre uma mistura e outra e a bela linha da Razer na loja, me informei sobre um headset ótico para eu ter o prazer de ouvir Advanced Warfare enquanto jogo e quando não gravo. E sem mais enrolação, Kraken é maravilhoso em todos os sentidos.

Ao contrário do meu Turtle Beach Earforce XP 400 (http://www.turtlebeach.com/product-detail/xbox-360-headsets/ear-force-xp400/7), o Kraken é mais fácil de se usar.

Tirando o fato de que esse headset adquirido hoje não é compatível para a geração anterior, ele é exatamente o que eu procurava. Eu tenho a escolha de usar um headset para ouvir os sons do jogo, não sou do tipo que deseja um fone perfeito para bate-papo (não sou assim tão sociável). E se você também tem essa preferência, o Kraken, é maravilhoso. Possuindo apenas um fio de conexão, e obviamente USB (por isso o nome) ele faz todo o serviço, e a única coisa que precisei fazer (e ainda quase desnecessário) é configurar no console a entrada e saída de áudio.
Mas é só desconectar o fone que o som do console retorna a forma padrão. É claro que este é o ponto alto dessa resenha, pois como eu dizia, o head da Turtle necessita de alguns fios longos e extras para eu poder ouvir o áudio do jogo. Além de um controle wifi para mediar Xbox 360 e fone.

Mas o que eu sentia mesmo falta era de ouvir o áudio do jogo. Acho um prazer importante quando tiramos aqueles momentos para relaxar enquanto jogamos.

Fora que o Kraken é leve, fácil organização do fio, verde neon e maleável, e é um headset bem justo à cabeça. Não escorrega, nem tem desnível. Talvez a única coisa contra é a falta de botão para ajustar diretamente, mas, com a praticidade da volta ao menu no Playstation 4, a interface para controlar o volume é rápida, em segundos você ajusta o que precisa do fone e volta a jogar.

Para a minha intenção, 10/10. Gosto de coisas coloridas, mas esse compensa o tom neutro, além de adorável quando conectado, em que o logotipo da Razer brilha.

https://rocketz.com.br/kraken-usb

BlackWidow. Como mencionei aqui em cima, colorido! Mas sério, aprecio sim um equipamento de game com cores em destaque, esteticamente isso é bem válido para mim. Soube dessa novidade no Instagram da Razer, e não evitei de ficar no desejo. (Já que sou extremamente mal acostumada pelo estético do teclado do Alienware)

Mas tecnicamente, na loja, o vendedor me mostrou e testou o BlackWidow para mim. Ainda não instalei no meu Desktop, porém, tem um leque bem extenso de variações de cor, mas não só, para o jogador, há a capacidade de ser configurado uma gama de modos do teclado para jogos específicos. Pode-se destacar APENAS as teclas que mais se usa, e se você é jogador de LoL, Dota, Starcraft, sim, a BlackWidow tem as configurações já prontas para você. Há  extra de cinco botões para configurar ao seu jogo. O exemplo do teste do vendedor foi no meu caso - player de CoD - configurá-los com as killstreaks.

Irei atualizar essa postagem sim com o meu teste pessoal do teclado, porém, como eu já possuo um teclado Razer, a configuração não foi segredo para mim, portanto não detalho muito porque só possuindo mesmo junto com o software do teclado e mouse, a experiência é ainda mais específica.

O ponto forte do teclado, físico, é seu peso. Mesmo eu não tendo em mãos o valor em número, o Razer BlackWidow é MUITO pesado. Do tipo que com uma mão você não consegue segurar, mas sim com as duas apenas. A embalagem pesa ainda mais por toda a sua proteção e estética para acomodar o teclado, mas ele por si só, é um belo peso. Bem contrário ao meu DeathStalker.

https://rocketz.com.br/razer-blackwidow-chroma

10/10 também.

Não é necessário dizer que a loja é para mim como uma loja de brinquedos é para uma criança, infelizmente é pequena, mas é ótima, compensa a visita pessoalmente, a atenção e a explicação, sim, eles se dão ao trabalho de explicar todos os pontos dos produtos. De fato para quem é gamer de PC, não hesite em ao menos, visitar.

Vídeo do Unboxing e das compras: http://youtu.be/kYMqw92fSAo