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28/07/2019

Layers Of Fear 2

Como introdução, o óbvio: desde Dezembro de '18 que não coloco os pés aqui - muita coisa acerca do Youtube aconteceu e me tirou o ânimo que eu possuía pelos meus canais. É, conseguiram isso, apesar de ainda amar os meus canais e não cogitar em desfazer, pois sei que alguém, algum dia, precisará de algum desses vídeos.
Vez e outra me surgem idéias para retomar ambos os canais, mas ainda é uma responsabilidade que não tomarei no momento, apenas se forem "longplay", ando preferindo vídeos assim dos meus canais de inspiração (ou canal de inspiração) tomam e dão muito certo. Mas isso é algo que irei resolver adiante ainda.


Porém, dessa vez, depois dessa breve satisfação, vim falar de coisa boa: resenha/review de game.

Layers Of Fear 2

Lançado pela Bloober Team/Gun em 28 de Maio de 2019, LOF2 é um game de Terror Sobrenatural e Psicológico, que difere de seu antecessor, mas consegue implementar fatores e destaques que o torna único, ou ainda melhor: não repetitivo por ser um game seguinte.
Mas ainda assim não é uma continuação, apesar de ter fortes Easter Eggs que remetem ao antecessor. E, até uma atualização ou reforço de história, o 2 é uma história distinta.

Ambientado em um transatlântico belíssimo de época vintage, você é um personagem em que a primeira vista, não é definido. Se você é atriz ou ator, cabe ao player desenvolver seus caminhos e particularidades, lembranças, traumas; e isso, é o que remete ao antecessor. Peças de quebra-cabeça, que assim montados, revelam uma finalidade, e como é da Dev Bloober, não é apenas um final.

Seu agente conseguiu uma proposta irrecusável de você estrelar nesse papel único, feito para você, mas com a condição de que não apenas interprete esse personagem, mas o viva, o possua, o tome como real e só assim, seria a interpretação perfeita desse filme que está sendo gravado no navio.
(Prestar atenção nos detalhes! O agente menciona que você não gosta de navios, mas essa oportunidade era única para ser deixada de lado).

O oceano às vezes é pacífico. E em muitas outras vezes, tempestuoso.
Assim o game se inicia: você, a celebridade, em sua luxuosa cabine de dois andares - a versão, nessa história, do estúdio do pintor do primeiro. Aqui, você coleciona suas lembranças, itens, mágoas, vitórias. - e assim registra todo o necessário para você montar o seu personagem tão perfeito. Ou assim deveria ser.

Uma porta lhe leva ao Desconhecido. A outra, à sua Reparação. Além de tanto luxo em uma cabine, você ainda possui um pequeno cinema e camarim para toda a sua montagem e preparação. Aqui, presumimos o quanto esperam de você.

Algumas alas do transatlântico Icarus estão fechadas. Principalmente para passageiros comuns, já que avisam que um filme importante está sendo rodado a bordo. Mas alguém ainda está por ali. Vendo você, aconselhando você.

Até que o Sem Forma começa a sua caçada. Vemos uma linha tênue entre Razão e Instinto. Uma Vida sobre a Outra. E cada porta, uma realidade, uma emoção intensa. E cada projeção, uma escolha dolorosa e necessária.

A cada parte desenrolada da história, trabalha um trauma, um ressentimento, um ódio. Layers 2 é um game tão intenso quanto o seu primeiro nesse quesito de trabalhar inclusive conosco, não apenas o literal personagem da história.
Em um mundo tão fechado e abusivo, você tem alguém. Alguém que está ali para você. Ou talvez, alguém que está ali só pela sua humilhação. Mas ao lado dela, você é completo. Mesmo dentro de um navio enorme, mesmo com o racionamento de comida para tanta tripulação.

"Mr. Hardy, we are not THAT desperate!". Você é apenas uma criança morrendo de fome, e na sua frente tem um rato morto, o que mais você pode fazer?
Enfim...

Uma das coisas que mais aprecio em games de terror psicológico, ou simplesmente moldados como a franquia Layers Of Fear é esse ambiente. Assim que você dá "start", você faz parte daquilo, até involuntariamente. E então as horas vão passando e você torce para que o jogo tenha cinco, dez, vinte horas, porque temporariamente, é o seu mundo ali.
Quando li que o jogo pode ter de cinco a dez horas dependendo de como você joga, isso foi a tradução da alegria para mim. E quando ele acaba, você quer mais, quer continuar, quer conseguir os troféus faltantes.

O que colabora com tudo isso e mais um pouco é sua trilha sonora, moldada ao sentimento do medo, pois boa parte da história não é musical (como era o primeiro), e ainda melhor, é recomendado o uso de fones, pois o game investiu em modo binaural, ou seja: imersivo, e da nossa natureza, buscar de onde vem o som.
Skyrim, The Sims, Call Of Duty, Battlefield usam disso. E vamos combinar, é a pitada perfeita, principalmente no caso, terror.

A jogabilidade adiciona o botão do Run (e acredite, você vai precisar correr - e muito - nessa história #ficaadica), fora isso, controles comuns de uma história exploradora. As configurações são bastante versáteis, mas apenas atenção: para quem sofre de motion sickness (zonzeira com games em primeira pessoa) ou algo perto disso, esse game dá um pouco de trabalho, tanto que há um capítulo de longas escadarias que quando você abre uma determinada porta, cada passo que você dá, o cenário vira 360 graus. E isso, incomoda. Fora isso, desabilite o "headbob" (o balançar da cabeça ao andar, aliás, porquê colocam isso em games? É a pior coisa...) nas configurações and you are good to go!

Outra breve menção são as vozes, como ele consiste em muitos momentos narrados, as vozes dos personagens se tornam familiares em certo ponto, suaves e bastante influenciadoras em suas decisões, ou melhor, bastante manipulativas.

Pessoalmente, Layers Of Fear 2 é um game magnífico e tudo o que foi escrito acima, além de envolvente e curioso, pois como começamos sem saber nada (melhor dizendo, no primeiro nós sabíamos que era um pintor, tivemos uma introdução do próprio personagem sobre quem ele é) e cada capítulo montamos uma parte do manequim.
Sim! Se você tem fobia de manequins, aqui você vai encontrar toneladas deles. #sorrynotsorry

Para finalizar, e por experiência própria, esse é um daqueles games que você sente a necessidade de continuar, completar e desvendar. Como disse, extremamente envolvente e imersivo - e para mim, são algumas das qualidades que me faz tratar um game como esse, como um favorito (como faço com SOMA que aliás, parte de um dos capítulos é semelhante a algumas cenas desse outro que é um dos meus favoritos).

Sinceramente, Layers 2 não fica só no 70 pontos. Ele merece 90 a 100, e para mim, é 10/10. Jogabilidade, oportunidades, curiosidade, ambientação, música e principalmente, a história. E ainda melhor, se conclui que é muito bom não ser continuação do primeiro. Para o 1, temos o Inheritance em sua DLC, esse, outra pessoa, com a mesma loucura, psicológico.

É uma franquia que me apaixonei mesmo, e como faço com SOMA e Detroit: Become Human, sempre vou torcer para - por enquanto pelo menos - ter DLC, continuação, enfim, extensão de tramas tão bem elaboradas.
"Por enquanto", pois ainda assim, sei que são tão únicos que fazer continuação possa ser desnecessária. Nenhum game é perfeito, mas não tive problemas com bugs (pelo menos na primeira jogada).

"An act of Creation always begins with an act of Destruction".
https://layersoffear2.com/ - site oficial.
57,99 na Steam
112,45 na Microsoft Store (Xbox)
91,90 na Playstation Store.
que variação...




29/11/2017

Call Of Duty WWII: Resenha

A franquia Call Of Duty é uma das minhas favoritas, e isso, é bem claro no canal, mas isso não tira o fato de que precisamos falar dos prós e dos contras, por mais que tenhamos afeto pelo game, seja ele qualquer que seja.

Call Of Duty World War II (mas mais conhecido pela abreviação WWII) tem a sua trama tornada ao que o nome próprio diz, à Segunda Guerra, quando as forças aliadas vão tomando territórios pertencentes às conquistas Alemãs e consequentemente dos Nazistas.

Nosso personagem, Daniels, se torna integrante do Pelotão que atraca na Normandia em 6 de Junho de 1944 – as missões nesse game são todas datadas, seguindo os dias de tomada dessa aqui descrita até a conquista intacta da ponte do Rio Reno em março de 1945 e última missão de WWII.

Diferentemente dos games anteriores, esse CoD 2017 sustenta-se em cronologia fatual, principalmente por ter na equipe de produção, veteranos sobreviventes.

Embora, Call Of Duty, não importando qual a desenvolvedora, sempre manteve o máximo perto do real, em toda a sua franquia. Mesmo os games mais futuristas, jamais tiveram seu armamento e tudo relativo às guerras, fora do real. Protótipos ou testes, pode-se contar nos dedos eventualmente, os itens de Call Of Duty que são irreais.

Então, como o WWII tinha seu desenvolvimento há um considerável tempo, ao contrário do que muitos de nós pensamos (inclusive eu), eles ouviam os apelos de que queríamos os “pés no chão” e aguardavam em silêncio soltar a notícia de um game que retornasse às guerras antigas.

Já que desde 2008, Call Of Duty não teve mais nenhum enredo moderno ou antigo, apenas futurista.

Em seu lançamento, 3 de Novembro de 2017 (com um Beta pago (disponível apenas para quem fizesse pré-venda), meses antes) foi bem recebido, uma vez que tinha uma grande espera do público, pela temática.

O game veio com Campanha, Multiplayer e um modo Zumbi deliciosamente reformulado, mas com um nome bem conhecido: Nazi Zombies.
Em quesito de estrutura, houveram sutis mudanças no costume CoD “de sempre” como é dito por aí:
Quartel-General, Não Regeneração de Saúde e alguns pontos nos Zumbis e no próprio MP.

Para quem jogou Destiny que é multiplayer, os jogadores se mantém em um lugar comum. Ou seja, é possível fazer algumas interações básicas sociais. E é o que ocorre em WWII. Há um grupo de jogadores online no servidor naquele momento, e nós fazemos parte disso. Podemos fazer algumas interações como acenos, avaliar um outro jogador (o que se faz no Destiny também) e pedir para trazerem um loot, caso tenhamos um no inventário.

Fora isso, nesse Quartel, temos acesso ao modo Zombies no cenário, Cinema (para vídeos de interesse do mundo da dev de WWII), escolher contratos e missões.
Temos a possibilidade de ganhar pontos sociais, que então nos leva a outras partes do QG: estande de tiro, para testarmos as armas do jogo, ou jogos de player vs player.

Como um extra, podemos testar e brincar com os scorestreaks em uma parte específica do cenário que é a Praia de Omaha, Normandia, em três dias antes da invasão quando Aliados a tomam e a tornam base.
Dessa vez, foi preferido resumir os lados das partidas online. Ao invés de serem apenas americanos, franceses ou como no World At War, soldado da Wehrmacht, dessa vez os lados são chamados apenas de: Aliados e Axis.

Algo que foi explicado por Glen Schofield, co-produtor da Sledge, queriam evitar a glorificação de “Nazistas Extremistas” dos dias de hoje, e mostrar que os soldados alemães na segunda época estavam cumprindo o seu dever, também, assim como o lado dos Aliados.

Nos Aliados, temos Americanos, Britânicos, Soviéticos, Resistência Francesa.
Detalhes à parte, foi incluído algo que considero de importância: as Divisões, tanto que agora, não são classes.
Infantaria (rifles e pistolas, com o adicional de baioneta), Airborne (“No Ar”: o foco aqui é a rapidez e silêncio que temos a mais, ao escolher essa divisão), Blindado (armas pesadas), Montanha (atiradores de precisão) e Expedição (escopetas incendiárias). Todos personalizáveis, mas ainda específico e podendo aumentar de níveis.

Sim, o nuke nesse game se chama V2 Rocket.

Foi mencionado acima, no texto, a não regeneração. Isso está instaurado na campanha apenas, e o player depende de kits médicos do ambiente, ou do colega Zussman.

Junto com isso, outro ponto que particularmente apreciei, foi a utilidade do pelotão. Agora, quase todos que participam com você tem algum pacote a lhe ajudar. Kit médico, granadas/morteiros, reconhecimento inimigo e munição.

Claro que nem sempre a turma está toda junta, então tem que existir estratégia para administrar o que se tem, para não faltar na hora da necessidade.

Dito isso, retornamos ao menu do jogo e agora escolhemos “Nazi Zombies”.
Para você que não teve medo dos zumbis anteriores na franquia, pode esquecer, pois dessa vez nós saímos um pouco de CoD e entramos em... Resident Evil, Dead Space, Outlast? Talvez.
Claro que o temporal não sai da Segunda Guerra e do Terceiro Reich, mas se passa em uma versão alternativa.

Quando iniciamos o modo, temos a intro e então, uma explosão nos traz a possibilidade de controlarmos a nossa personagem, que o tempo todo, se preocupa com o irmão. Enquanto estamos nos arrastando, percebemos algumas coisas estranhas acontecendo: soldados alemães sendo assassinados na nossa frente por algo muito estranho... Untoten. Há um jumpscare (cuidado, há muitos no modo zumbi). Mais para frente, temos outros untoten para enfrentarmos. Por fim entramos em uma casa (que vemos em uma das missões da campanha) e lá, começa a nossa onda. Assim que completamos e temos um gosto do que vai ser o modo a partir de agora, saímos em busca do nosso irmão e assim, o prólogo acaba.

*Untoten: morto-vivo em alemão.

Mas não o terror. Considero esse modo, esteticamente melhor que os anteriores. Eles trabalharam de forma mais detalhada ainda nos zumbis e nas suas possibilidades. Em outras palavras, agora, o manuseio é um pouco mais fácil, mas ainda mais trabalhoso.

As vantagens agora precisam de sangue (para depois a Euforia) para serem completadas, não mais chicletes ou bebidas. Podemos personalizar armas, assim que desbloqueamos, nossas moedas agora são Truncos que podemos compartilhar com o resto do grupo e agora podemos montar nossas classes. Podemos ter vantagens e poderes um pouco mais especiais, como na vantagem Médico, podemos ter camuflagem temporária e somos constantemente ignorados pelos zumbis, por alguns segundos.

Algumas das criaturas são movidas por combustível que ao explodir nos ferem ou podem ser mortas. Temos criaturas que pareceram testes nazistas que não deram certo, ou melhor, deram certo o suficiente, pois carregam consigo armas letais (e acredite, cuidado quando vão correndo atrás de você).

No mapa base de WWII, temos que montar a Tesla Gun que paralise e destrói os inimigos, embora tenha pouca munição. (algo que gostei, é que não é difícil conseguirmos Taschen Voll (máximo de munição) ou o próprio Überladen (medidor de habilidade cheio), então, nos viramos bem, sozinhos ou em grupo.

Fora a arma, temos algumas outras atividades a fazer, o que rende, hoje (e outro ponto que gosto) de uma hora, no mínimo, por partida. Pessoalmente, esse modo está mais aproveitável do que os anteriores.

(estou evitando spoilers, e acredite, não contar o que temos que fazer, vai fazer valer mais a pena).

Saímos do modo zumbi, agora vamos ao que pesa no game, e as considerações que quero e preciso fazer.

Sempre fui bastante emotiva nas histórias de Call Of Duty, mas dessa vez, a emoção foi além, e bastante forte, doeu bem mais do que nas lágrimas.
Não sou e não quero ser poetisa, porque agora, falo sério. Tudo que você viu/vai ver é real. É fato. Não é realidade alternativa.

Nós percebemos isso, a partir do primeiro momento em que conhecemos o Sargento Pierson. Amargo, grosso, frio. E é nele que levamos a perceber a gravidade do nosso pelotão, da nossa situação.

As missões se decorrem e nos mostrar um pedacinho do que foi a crueldade nessa guerra. Diversos momentos, que aqui não vou especificar, você vê os dilemas que Daniels fica. Ele precisa ser herói, mas precisa cumprir o seu dever.

Como sempre, sofro com os personagens e as histórias. Para quem não é tão sensível, ainda acredito que essa história vai mexer, pois pensar que aquilo foi real e que pode ainda hoje ser real ou pior, é um pouco aterrorizante.

Enfim, a minha versão de WWII é do Playstation 4. O qual eu não tive problemas técnicos, a não ser no multiplayer, que é aquela VELHA história de Call Of Duty dando lag e isso e aquilo, tanto que faz algumas boas semanas que o Quartel-General está off-line, nos deixando solitários no lobby na Praia. (mas parece que está online novamente, no dia que posto esta resenha).

Ainda no multiplayer, particularmente gostei do sistema. Semelhante ao Bo3 e não ao Infinite, foi de qualquer forma um alívio, pois para nós Brasileiros, ainda em 2017 custamos em ter uma internet compatível com a “tecnologia” da franquia.

Mas....

Em alguns momentos essa pode ser a pior palavra.

WWII ainda faltou algo. Não sei explicar o que seria. Mas antes de escrever essa resenha discorri por algumas outras fontes, para poder não cometer erros ao escrever a minha resenha.
Cheguei a ler as notas que foram dadas ao game, por diversos sites. Quando li 70/100 (PC Gamer), embora decepcionada ao ler (mas quem sou eu, não é mesmo? CoD para mim sempre será 10/10 ou 100/100) eu não pude discordar.
Infelizmente eu, mesmo incerta ao dizer isso, senti que a campanha foi curta. Compreendo que foi um momento extremamente específico (Diga-se de passagem, que Battlefield 1 é curto em campanha também) e trabalhoso.

Call Of Duty é fantástico (as minhas resenhas refletem unicamente a minha opinião. Não de todos os fãs e não a sua). Ele retomou um assunto que eu aprecio estudar, foi detalhado, cuidadoso. Aí entro no MP e ele está pé no chão, sistema anterior ao Infinite, retomou uma simplicidade (refiro ao que veio de base, minha resenha não inclui no momento, eventuais DLCs ou updates) na roupa e no equipamento, contratos e missões de certa forma tangíveis. E então vamos para o Zumbi, gostei da inovação, da estética e do terror incluído, deu mais vontade de jogar esse modo, pessoalmente falando. Empolgou mais, a uma hora e mais que mencionei passa voando. Isso para mim é jogar zumbi.

Os anteriores eram ótimos sim, mas não se durava, ou frustravam. E o do WWII foi inovado sim, não foi “mais do mesmo”.

Nós formamos a opinião depois de jogar, esse seria o caso. Tanto que gostar ou não, isso vai durante todo o processo de teste. WWII foi uma tentativa pessoal de expressar os horrores da Segunda Guerra, e acho isso extremamente necessário. Embora mesmo alertado com o horror, não o evita para muitos líderes.
Poucos depois do dia do lançamento (11/11) foi o Dia dos Veteranos, então mais que apropriado lançar essa lembrança, dessa vez. Tanto que foi laçado um vídeo no canal do Call Of Duty em homenagem ao dia e ao game.

Para mim, mesmo com esse “algo faltando”, WWII foi um ótimo retorno às raízes, por assim dizer. Todo o conjunto foi compatível, um modo se complementando com o outro.

Mas acho que, se tivesse esse detalhe a mais, poderia não ter sido tudo aquilo que a gente via, ou até que prometia, porque tivemos muita expectativa, principalmente na Beta. E não quebrei a cara, pois fiquei satisfeita com o que tive em mãos.

Fontes:
https://en.wikipedia.org/wiki/Call_of_Duty:_WWII
https://pt.wikipedia.org/wiki/Call_of_Duty:_WWII#Sinopse
Além das citadas nesse texto e linkadas para leitura.

05/09/2016

Everybody's Gone To The Rapture: Review


Playlist do detonadohttp://goo.gl/Tgkg1e

Everybody's Gone To The Rapture é uma longa história. Tanto de jogabilidade como de campanha. Lembro que quando comprei, o pacote continha SOMA também, e não me arrependi.

Rapture eu não joguei anteriormente a não ser este playthrough postado. E no começo, pesquisei sobre o que era e se havia parentesco com Bioshock.

Você surge nesse condado inglês possuidor de um mistério: algo erradicou toda a população daquele lugar e você precisa descobrir o que ou quem foi. Com nada em mão a não ser uma curiosa luz que flutua lhe mostrando o caminho e os mapas espalhados pelo lugar.
E a forma como o player descobrirá isso serão em pontos de luz, rádios e telefones que guardam lembranças da cidade. Não apenas recordações, mas os ocorridos e as relações interpessoais dos moradores.

Para os emotivos, a história é feita em capítulos, cada um sobre os personagens importantes. Mas ao que se desenrola, tende a ser dramática  e triste. Não chega a ser um quesito psicológico, mas mexe com valores e morais.
E tudo isso se iniciou, fazendo a população acreditar que era uma epidemia forte de Influenza. Mas se torna bem mais que isso.

Controles são bem básicos: andar e correr - muito pouco e bem depois do desenrolar da história - o jogo deixa bem claro o quão foi feito para mostrar a sua estética e gráficos. Para mim isso é até um pouco ruim, porque eu busco história em primeiro lugar. E neste, explorar o gráfico é andar e muito. A história aqui é um segundo plano.

O ponto realmente ruim é que é cansativo. Em momentos, você percorre o vale durante literal uma hora e nada é descoberto. Mas tentei sobrepor a vontade de saber o fim da história nisso.
Rapture merece uma boa nota de história, mas tirando as horas gastas de apenas andar e permitir apenas a campanha, o tornaria algo como o game "Serena", ou indies de menos de meia hora.

Como dito, o drama em primeira pessoa, controle e interação básica. Lindo graficamente e belo em história. Infelizmente, cansativo.

30/08/2016

Battlefield 1 Open Beta



Não irei negar que fiquei animada quando abri o email às seis horas da manhã e vi o meu código de acesso ao Beta do Battlefield 1. Juntamente com o código, recebi o aviso de que se jogarmos em dias diferentes, durante quatro deles, receberemos uma DogTag especial no lançamento. Gosto dessas coisas.

Serei breve, eu jogo Battlefield, um pouco da franquia, há certo tempo. O Hardline foi o único que finalizei, com alguns poréns, mas terminei. Como estou acostumada com o multiplayer do Call Of Duty, o MP do BF é um difícil para mim.

Mas - esse 1 - achei a jogabilidade um pouco melhor ou diferente do usual da franquia. Sem deixar de ser BF, ou seja: o meelee, o pular, coisas assim, agora, já entro sabendo a noção da franquia. Enfim, isso não é bom ou ruim. Se você é BF gamer de natureza, isso não muda para você. E mesmo se for de CoD. Mas cada game é cada game. E é por isso que a gente ama.

Mesmo sendo um Beta e mesmo tendo incontáveis bugs, isso não me atrapalhou o suficiente para dizer que isso desanimou completamente o meu desempenho ou a vontade de jogar, pelo contrário, as opções são muitas, algumas personalizáveis, mas a serventia do Beta está fazendo jus: testamos todo o leque do jogo.

Battlefield é um treino constante para mim, porque eu admito que não sou boa. Não sei usar os aviões, e todo o equipamento que nos confere no multiplayer além das armas. Mas nesse, fui menos mal.

Apesar de derrubar o avião sempre que entro nele e piloto. (a minha sorte é que eu estava sozinha dentro dele) Eu adorei os cavalos. Mas por mais irônico que pareça, achei ainda mais bacana os coleguinhas nos cavalos.
Ao que foram melhorando a demo ao contar dos dias, incluíram o Trem Blindado, e isso de longe foi a feature que eu mais amei, apenas não descobri ainda se há alguma regra para estar em posse aliada ou inimiga, mas quando é anunciado na tela que ele está disponível, vale a pena dar um re-deploy apenas para fazer parte dele. Percorre o mapa todo (Sinai Desert) e dá boa vantagem, pois em uma partida de CTF, você tem acesso a praticamente todas as bandeiras estando dentro do trem, e além do mais, tem equipamento para destruir aviões, tanques e o que mais aparecer na frente. Ele é destrutível sim, mas um pouco mais demorado do que estar em um tanque. A vantagem é que são seis lugares e cada compartimento têm armas diferentes, então facilmente desabilita o inimigo.

Outro breve comentário: a tempestade de areia no deserto. Achei muito boa essa "interação". Às vezes usei a máscara de gás para tentar melhorar a minha visão, o que às vezes ajudava. E bom, como sou nova em BF MP, não sei se isso já ocorreu em jogos anteriores da franquia ou se não se proteger, influenciava em alguma coisa. Tipo ficar tempo demais debaixo da água.

Para uma Call Of Duty gamer, eu amei e muito o Beta do Battlefield 1. Porque não mais que o óbvio, eu tive um desempenho bom em outro FPS, aos poucos estou entendendo como a mecânica e objetivos funcionam. São jogos diferentes sim, a mudança é brusca e eu gostei de finalmente poder aproveitar bem o multiplayer da "concorrência" e por conta disso, fico ansiosa de colocar as mãos no BF 1 quando sair. Tanto que em breve irei remexer nos meus Battlefields e testar essa experiência neles.

Quanto ao canal, sempre que tenho uma oportunidade de uma partida "mais ou menos" - ou menos vergonhosa, postarei até quando notar que não estará mais disponível. Mas volto a ressaltar: BF é ainda mais aprendizado para mim, por estar aproveitando apenas recentemente.
Beta Playlist: http://goo.gl/Jl3l6r

stayfrosty.

09/05/2016

A Lista, Infinite Warfare, Battlefield, Drops Terror e Faculdade

Posso dizer que algumas coisas andam no "atrapalho", por conta da faculdade e da minha cabeça em preocupação à isso, tomando o meu tempo, assim, começo explicando certas ausências. Mas, de qualquer forma e como sempre digo nas postagens de atualização, não deixei de postar conteúdo.

Pelo contrário, tenho novidades sobre o canal. E que pretendo, logo, fazer um vídeo comentando isso. Sim, recebo os comentários para eu falar em gameplays e isso não me saiu da cabeça, não esqueci e não ignorei. :) Dificulta-me, pois só tenho à "madrugada" para gravar áudio, e se tenho aula no dia seguinte, não posso mais varar pouca hora que seja. Que aliás, a cabeça anda tão cheia que meu sono mesmo chega por volta das oito, mesmo que eu durma apenas mais tarde. (Tipo dez). Enfim, acabei educando isso, e até em fim de semana eu não posso aproveitar horário mais tarde.

Enfim, de novo, as novidades.
Comecei essa semana, segunda semana de maio uma corrida nova: Road To Dark Matter. Que consiste no quê; para quem não conhece algumas coisas de Black Ops III, esse gameplay é do multiplayer e é a minha tentativa de conseguir a camuflagem não-mais-tão-secreta, a Dark Matter (que acho desejável sim *-*). Sim, eu soube da existência dela há pouco menos de um mês, no meio da aula. E decidi fazer isso. Inspirada em FTCs e RTCs de youtubers que admiro. E não só a camuflagem, eu gostaria muito de conseguir desbloquear muita coisa além dessa camuflagem, como a roupa dourada dos Especialistas. E isso vai se correr.
-Era para ter uma intro falada, mas não deu tempo, o que explica o começo longo no primeiro vídeo, eu desejava mostrar o que havia desbloqueado até agora. (Não queria dar Reset Stats).
-Ganhei arma nova! Estou no time das pessoas que receberam a versão nova da Famas de Black Ops 1.

Posso adiantar que pus na fila os seguintes games: Battlefield 3, 4, Modern Warfare 1, World At War, Bioshock 1 e 2, Uncharted, Black Ops 1, Fallout. Estão meio atrasados porque quero MW3 e Ghosts já finalizados.

Misturando tudo em meio às novidades, fui espectadora de Infinite Warfare e Battlefield 1. Ah, e Doom. Este último já é meio complicado, não sei quando o conseguirei em mãos, e jamais excluí a franquia dos meus planos.
Mas infelizmente sou um pouco covarde. Mas voltando ao IW e BF. Não vou falar politicamente deles, apenas direi que desejo muito jogar os dois, e o que posso adiantar mais é que já fiz pré venda de Infinite Warfare, sem Season dessa vez. BF, assim sendo, inclui-se na lista como os outros. (Avisando, digo lista, mas não quer dizer que seja algo num futuro longínquo. Não é. Só não gravei já, por conta a lista já em andamento).

Everybody's Gone To The Rapture. Caminhando, mas me dando problemas quanto à campanha aberta e sem rumo. Então vou tentar adiantar algo em off, para não fazer como o último vídeo "Parque" que achei sim, tedioso de gravar e ver.

Drops Terror meramente pausado. Contra a MUITO gosto. Porque quero games de terror no canal, mas ao mesmo tempo tenho receio de não dar certo, mas isso é o menor do problema, comparado a outro: anda difícil encontrar games meramente curtos para o Drops, que sejam grátis e de qualidade. Não sou de planos para games de sátiras (Slender versão Shrek, Ocolast esse tipo). Me sugeriram Outlast, sim, estava na lista, mas empaquei no começo do jogo, e então até eu resolver esse trecho, não posso trazer para o canal.

E para piorar, uma atualização de BOIII de 11 GB me requisitou limpeza de HD de PS4 e consequentemente Outlast teve que ser retirado. Então até eu terminar Everybody's, não posso trazer de volta. Infelizmente retirei praticamente todos os jogos de PS4. (Wolfestein que é outro que incluí na "Lista"). E prevejo IW tomar muito espaço.

Vou e quero retomar isso em áudio, pois se ocorrer de não ser lido, pelo menos de outra forma verão. É importante para mim.

Agora resumirei o meu canal de The Sims.
Tenho receio de manter unicamente o mesmo gênero de vídeos, séries, então Fiore & Ogawara e as Outers estavam um pouco sumidas, por outro conteúdo. Mas abri mais duas séries novas: Bridgeporte e uma de Pets que vai ser um drops, porque sei que meu jogo travará.
Mas há uma notícia boa, parece que poderei incluir na Lista, Ilha Paradisíaca, a minha expansão favorita.
E nesse canal eu também pretendo incluir áudio. Tanto em PT BR como ENG USA. Sério isso. Pois aquele canal é bilíngue, o meu que posto CoD é unicamente em português.


04/11/2015

Recado para Novembro

E retorno à semana de provas finais com o adicional de ser o fim das minhas aulas desse semestre. Pode ocorrer - como sempre aviso - uma breve ausência pela segunda semana de Novembro, mas estarei online.

Provavelmente adiantarei SOMA, mas há Black Ops III que iniciarei também, daqui quase 48 horas.
stay frosty!!

03/09/2015

Until Dawn & Errata

Partes 1 e 2 da nova série do canal. Ando acompanhando em outros canais, o que me fez ficar apaixonada pelo que via e por fim, comprei para tentar. R$ 199,00 o preço do meu Until Dawn. Junto, por R$ 40,00 o Everybody's Gone To The Rapture, como mencionado na postagem relâmpago anterior. Esse eu ainda não joguei, quero fazê-lo depois que eu terminar Until.

Nisso, reservei Call Of Duty Black Ops III, tive acesso ao Beta (que posteriormente foi aberto), e gravei algumas partidas.

Surpreendentemente, tirando o futurístico e o lado Advanced Warfare + Black Ops II que o III possui, me apaixonei sim. Achei que seria mais difícil lidar com os movimentos Thrust, mas isso rende algumas brincadeiras legais (fails e não). Já tive o meu Especialista preferido. De forma geral, o Beta me deixou literalmente querendo mais. Infelizmente esse gosto rendeu uns lags terríveis assim que a contagem regressiva para fechamento do Beta acontecia.
Mas aguardo ansiosa o BOIII. Como sempre... Mesmo que CoD possa ser repetitivo, sem graça, ou o que preferirem dizer. Eu gosto, é uma das minhas franquias favoritas, então...

Minhas aulas da faculdade retornaram, então a regra de postagem diminuirá um pouco. 3 vídeos/semana, mas está aberto possibilidades mais amplas para campanhas, assim como pretendo gravar por enquanto, vídeos a partir do Play4, pois têm ficado mais cômodo para mim.

Últimos vídeos recentes no Canal de The Sims:


Amanhã sai os últimos vídeos da semana, enquanto estou aqui a gravar mais.
Ah! Errata: http://sunsdawngaming.blogspot.com.br/2015/08/resenha-rain.html *Rain não é um game indie, e é feito pela própria Sony.

28/08/2015

Atualização Rápida: Games Novos

Alguns detalhes rápidos, mais tarde farei uma postagem completa.
Adquirido para o meu console e em breve para o canal, Until Dawn e Everybody's Gone To Rapture.
Pré-venda de Black Ops III, além do Beta testado também.

Assim que os dois jogos estiverem disponíveis, instalados, verei no XOne a situação do Beta do Black Ops III.


03/06/2015

Aparência & Férias

O blog está aqui de cara nova! Depois de um semestre, sentei e organizei, e agora que entrei em férias, buscarei mexer ainda mais com os canais e o que falta por aqui. Certas coisas eu não aguento a mesma cara, e o blog foi o exemplo disso. Queria ele bem clean e direto. Mas enfim...
Aproveitei logo os primeiros dias e configurei o meu PC que estava parado, em que gravo Skyrim com Mod e aproveitei e voltei para o Minecraft, depois de tanto tempo.
E nessa volta, trouxe mod novo no TES V, e uma refeita campanha em Mine, sem mod, quero é aproveitá-lo do jeito que ele é, e procurar por algo para incrementá-lo estava me preocupando...

Em breve organizarei games parados e espero conseguir a nova DLC de Advanced Warfare, a Supremacy, no Playstation 4. Meu Xbox One anda um pouco esquecido... Saudade de Titanfall.

The Sims continua correndo igualmente no outro canal. Voltei com os Current Household, começando pelo The Sims 4 e o meu casal amado com uma pequenina adotada, acampando em Granite Falls. Semana que vem tem mundo novo e grátis para o game. E não faço parte do grupo de simmers e youtubers que adquiriu a DLC de Festa de Luxo. Pena que perderei a fonte de chocolate... Mas meus Sims não são festeiros para eu investir nesse pacote que não me seduziu. (só o chocolate...)
Terminei no The Sims 2 uma casinha estilo Country e para ela farei uma postagem especial aqui, com link de download e tudo mais.

Não esqueci de PT no canal, só preciso da coragem. Mas sei que estou com muita vontade de voltar com Need For Speed. (não que eu já tenha tido no canal com exceção de um still perdido). Mas o problema, é: um NFS bom como os antigos. Saudade de correr.

Falando em saudade, Ghosts me faz falta, e por conta dos lobbys abandonados, é que coloco no canal o modo Pelotão. Como já foi mencionado nos vídeos e aqui. Tenho a impressão que Black Ops III teve uma loonga inspiração em Advanced Warfare...

staaay frosty!! 

18/04/2015

Resenha: Razer BlackWidow + Razer Kraken USB = Rocketz Haul (Compras)













Sim, o canal anda anda de acordo com os conformes. Estou mantendo o planejamento de quatro a cinco vídeos por semana, em ambos os canais. Como tenho algumas campanhas em aberto, como Devil May Cry, resolvi adiantá-las mais uma pouco. Semana passada atualizei Black Ops II e essa semana que entrará, DmC & Dishonored serão atualizados. Vejam bem que não esqueci do Dante. Estou variando para não ficar na mesmice, e manter o equilíbrio entre partidas de multiplayer e campanhas, afinal, o canal é lugar para ambos, assim como criei.

Enfim, o objetivo deste post é uma comprinha que fiz na loja Rocketz (https://rocketz.com.br/) neste fim de semana. Já os conhecia, além do que eles antes eram a First Place, mas revendo-os no canal do Poladoful (https://www.youtube.com/user/MrPoladoful) acessei mais uma vez o site e conferi o endereço. Para a minha bela alegria, a Rocketz abriu bem perto da minha casa, então, quis conhecê-los.

E nestas fotos e no vídeo de unboxing abaixo, se deu o resultado e como dito, vou fazer as minhas resenhas até agora, dos produtos.
Uso fones da Turtle Beach e os originais dos consoles, mas entre uma mistura e outra e a bela linha da Razer na loja, me informei sobre um headset ótico para eu ter o prazer de ouvir Advanced Warfare enquanto jogo e quando não gravo. E sem mais enrolação, Kraken é maravilhoso em todos os sentidos.

Ao contrário do meu Turtle Beach Earforce XP 400 (http://www.turtlebeach.com/product-detail/xbox-360-headsets/ear-force-xp400/7), o Kraken é mais fácil de se usar.

Tirando o fato de que esse headset adquirido hoje não é compatível para a geração anterior, ele é exatamente o que eu procurava. Eu tenho a escolha de usar um headset para ouvir os sons do jogo, não sou do tipo que deseja um fone perfeito para bate-papo (não sou assim tão sociável). E se você também tem essa preferência, o Kraken, é maravilhoso. Possuindo apenas um fio de conexão, e obviamente USB (por isso o nome) ele faz todo o serviço, e a única coisa que precisei fazer (e ainda quase desnecessário) é configurar no console a entrada e saída de áudio.
Mas é só desconectar o fone que o som do console retorna a forma padrão. É claro que este é o ponto alto dessa resenha, pois como eu dizia, o head da Turtle necessita de alguns fios longos e extras para eu poder ouvir o áudio do jogo. Além de um controle wifi para mediar Xbox 360 e fone.

Mas o que eu sentia mesmo falta era de ouvir o áudio do jogo. Acho um prazer importante quando tiramos aqueles momentos para relaxar enquanto jogamos.

Fora que o Kraken é leve, fácil organização do fio, verde neon e maleável, e é um headset bem justo à cabeça. Não escorrega, nem tem desnível. Talvez a única coisa contra é a falta de botão para ajustar diretamente, mas, com a praticidade da volta ao menu no Playstation 4, a interface para controlar o volume é rápida, em segundos você ajusta o que precisa do fone e volta a jogar.

Para a minha intenção, 10/10. Gosto de coisas coloridas, mas esse compensa o tom neutro, além de adorável quando conectado, em que o logotipo da Razer brilha.

https://rocketz.com.br/kraken-usb

BlackWidow. Como mencionei aqui em cima, colorido! Mas sério, aprecio sim um equipamento de game com cores em destaque, esteticamente isso é bem válido para mim. Soube dessa novidade no Instagram da Razer, e não evitei de ficar no desejo. (Já que sou extremamente mal acostumada pelo estético do teclado do Alienware)

Mas tecnicamente, na loja, o vendedor me mostrou e testou o BlackWidow para mim. Ainda não instalei no meu Desktop, porém, tem um leque bem extenso de variações de cor, mas não só, para o jogador, há a capacidade de ser configurado uma gama de modos do teclado para jogos específicos. Pode-se destacar APENAS as teclas que mais se usa, e se você é jogador de LoL, Dota, Starcraft, sim, a BlackWidow tem as configurações já prontas para você. Há  extra de cinco botões para configurar ao seu jogo. O exemplo do teste do vendedor foi no meu caso - player de CoD - configurá-los com as killstreaks.

Irei atualizar essa postagem sim com o meu teste pessoal do teclado, porém, como eu já possuo um teclado Razer, a configuração não foi segredo para mim, portanto não detalho muito porque só possuindo mesmo junto com o software do teclado e mouse, a experiência é ainda mais específica.

O ponto forte do teclado, físico, é seu peso. Mesmo eu não tendo em mãos o valor em número, o Razer BlackWidow é MUITO pesado. Do tipo que com uma mão você não consegue segurar, mas sim com as duas apenas. A embalagem pesa ainda mais por toda a sua proteção e estética para acomodar o teclado, mas ele por si só, é um belo peso. Bem contrário ao meu DeathStalker.

https://rocketz.com.br/razer-blackwidow-chroma

10/10 também.

Não é necessário dizer que a loja é para mim como uma loja de brinquedos é para uma criança, infelizmente é pequena, mas é ótima, compensa a visita pessoalmente, a atenção e a explicação, sim, eles se dão ao trabalho de explicar todos os pontos dos produtos. De fato para quem é gamer de PC, não hesite em ao menos, visitar.

Vídeo do Unboxing e das compras: http://youtu.be/kYMqw92fSAo