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31/10/2017

Resenha: Narcosis

Vídeo do Playthrough: https://youtu.be/qYO1pTnKIsY

O efeito "SOMA" ainda existia em mim quando fui procurar algum jogo indie, ou não tão longo, para poder gravar e salvar para o dia 31. Queria uma história forte, sustos, um bom filme para os que viriam assistir. Narcosis foi o fruto de um desejo quando eu percorria o Marketplace, a plataforma escolhida foi o Xbox One.

Não conhecia esse game, antes de ver ali - nunca havia visto. Realmente eu tinha mergulhado de cabeça nessa, e o resultado foi extremamente agradável. Não sabia o que esperar, mas parei para ver o trailer e vi o meu querido Soma ali.

Site Oficial com trailers, imagens e algumas informações. Assim como The Park, publicado no dia anterior, no canal, esse também é pago, custando em torno de trinta e poucos válidos reais.

História: (sem spoilers)
Em Narcosis, você é um engenheiro e participante do Projeto Oceanova, que acredita na eficiência de um novo combustível, o Metano. Porém, em um dia de trabalho, um abalo destrói todos os complexos e habitáculos do projeto, levando à morte de praticamente todos os funcionários.
E o seu papel é resgatar eventuais companheiros, e verificar o tamanho do estrago. Mas como um game de Terror, você não está sozinho e para deixar a situação mais complicada, o seu tanque de O2 está com problemas, e a perda de oxigênio é constante durante todo o percurso. A única ajuda na imensa escuridão, é um conjunto de dez sinalizadores e uma faca.


Durante todo o percurso, surgem trechos de conversas que aos poucos vão se juntando, e nós mesmos compreendemos o que se deu, o que aconteceu. É tudo explicado muito bem, a partir do momento que a tragédia ocorreu. Praticamente em cada um dos 13 capítulos (ou Registros de Eventos) há algum quebra-cabeça a ser resolvido o mais breve possível, para o próprio personagem não se perder na insanidade.

Prós & Contras: (com spoilers)
Antes de mais nada, deixarei claro que apreciei demais esse game da mesma forma como fiz com SOMA, e assim, Narcosis vale muito a pena, compensa o dinheiro e o tempo. "Ponto". Mas por melhor que seja, não anula certos... Defeitos que foram para mim, que atrapalharam diversas partes. Por mais que eu entenda a idéia de cada um deles.

Começarei pelo pior que considero: controles. Compreendo que o efeito era o mais realista possível, assim sendo, você usa um traje de mergulho de meia tonelada, e é óbvio que locomoção não é a coisa mais prática do mundo. Mas no game isso incomodou, pois tive muita dificuldade de virar o personagem para ambos os lados. Se em situações sem estresse era difícil e incômodo, piorava com ataques dos animais, fazendo com que a perda de oxigênio fosse o dobro do normal. Você virava a cabeça do personagem, mas parecia um delay na hora de virar o corpo. Isso não foi nada prático!

Na forma de locomoção mais rápida, temos o Thrust. Ótimo, bem melhor do que uma "simples" corrida, podemos desviar dos animais, mas para trabalhar só com ele nos puzzles, complicava com o problema do andar, discutido acima. Acionava, mas ele não obedecia ao comando. Em uma das partes que temos que depender da força do Thrust para subir nas mesas, demorei horas mais do necessário, pois a junção de tudo isso parecia desnortear o próprio personagem (lag) e lá morria e tinha que recomeçar o ciclo tudo de novo.

Entramos em um outro fator: o game apenas salva de capítulo para capítulo. Raras eram as vezes que algo importante culminava em um salvamento. E isso atrapalha o suficiente para termos que recomeçar os capítulos.

Consola pensar que todos esses fatores negativos são parte do desafio do jogo.

A faca que temos no jogo apenas ajuda, mas depois de várias tentativas de ferir os animais hostis, depois que eles já se aproximaram e atacam você. E aliás, tem criaturas que de fato não há como lutar, é apenas na base do stealth. (O pior era quando você não via saída em um ninho). E acrescenta-se o problema de até nisso parecia existir um "lag", pois esfaquear não atingia a criatura que estava ali, em você.

O mais incômodo feature sem dúvida foi o oxigênio. Achei muito bacana nós termos que lidar com a pressão disso, e como dito, de que ele ainda por cima não funcionava direito, pois causava vazamento de gás. Mas, a um primeiro momento, não pude explorar por completo o game, pois tanques de oxigênio não se acha com tanta facilidade durante o game. Literalmente debaixo da água, pouco foram os encontrados. Encontrava-se disponíveis em corpos que ao se aproximar, causava estresse no personagem o suficiente para quando trocar o gás, não elevava ao máximo e tinha que buscar outro suprimento, longe dali.
E repetir cenas quando se morre, não resetava os tanques, ou seja: momentos difíceis sem oxigênio.

Muitas das cenas foram difíceis com esse conjunto de falta de oxigênio + faca que não corta + thrust que não obedece + o corpo do personagem não responde.

Por muito pouco, não atrapalhou o aproveitamento. A história em si é bastante tocante, tensa de visualizar e pensar estar na mesma situação, não só por ver companheiros em fuga no desespero, quanto você perdido numa imensidão hostil, em que a única forma de viver estava contada. E como dito no game, o que te protegia podia te matar a qualquer momento.

Narcosis é muito imersivo.
Tem ótima trilha, sem exageros ou sons fora do lugar e isso combinado com uma ambientação bem detalhista e bem montada. Particularmente estou satisfeita com o que escolhi para postar no dia 31/10. Cheguei a ler que o tempo total leva de uma hora a uma hora e meia, mas consegui montar quase três horas de jogo, e assim se completando com 14 capítulos.
Seria ótimo um Narcosis 2, não acharia ruim. Assim como SOMA 2 porque né... Facilmente o game na minha opinião levaria 9 ou 10/10, está recomendadíssimo!

Happy Halloween!


24/09/2016

LEA: Review



Uma garotinha sensitiva que podia sentir e ver a presença de Oliver, o dito irmão mais velho que havia se suicidado.

Talvez um pouco clichê, mas para mim, toda a história do gênero, seja em filme, game ou livro, mexe. Esse foi particularmente curto, poucos jumpscares, mas meramente tocantes. As notas que encontramos conta um pouco, um básico dessa história, e no final, você - por si só - junta as peças.

Infelizmente esse jogo foi cancelado pelo criador, não encontrei bugs, mas não tem um definido final, como sugerido no about. Feito com Unity e por projectHandsoap, Lea é um indie de horror que cumpre um básico do que pode prometer.

Comandos simples, o player corre por impulsos do botão shift, e a interação se dá pela tecla E ou LMB. É playthrough direto, sem save. Comigo, explorando praticamente tudo, foram 20 minutos para zerar. Seu objetivo é apenas explorar a casa em que mora, e assim, encontrará anotações sobre Oliver e a infância de Lea e talvez, fosse hora de reencontrá-lo.

Para complementar a história, o player é parado para ler alguns contos que se juntam à personalidade dos personagens.

Link para o detonado: Lea
Link para download: LEA Game
Horror: 3/5 a atmosfera/som é um bom ponto nesse jogo, deixa o jogador sutilmente tenso.

11/06/2016

Warm Distress: Review

Esse jogo merece uma review um tanto quanto semelhante à ele: curta.

Pesquisei mais um pouco sobre ele, e é um "Early Alpha". Enfim, para mim e como é mostrado no meu gameplay, foi uma demo bem curtinha. (Como não sou experiente em assunto do gênero, bugs e glitches eu não comento, uma vez que não é o jogo completo). No resumo do game, consiste no player encontrar duas chaves para ter acesso a um seleto clube, talvez.

A criatura que aparece em ambos os finais tentados, não me deixa movimentar tanto, e é por isso que encerro as tentativas ali. Mas de qualquer forma possa até ser um integrante desse dito clube.

Para ser sincera, eu gostei muito da ambientação: macabra, estranha e psicológica. De fato, não há muito (talvez nada) a fazer a princípio. Apenas andar, sequer correr e observar o ambiente vazio mudar de cor e clima.
Gostei também da trilha, ou da única track feita até então, apropriada ao ambiente. Acho que sim, dá um belo clima se jogado à noite, sem luz e com fones. (não é o meu caso, prefiro de dia e com barulho na rua).

Comandos simples, mesmo. Não há o que a se aprofundar por enquanto, tendo testado essa versão. Infelizmente ou felizmente foi uma experiência breve, mas se for levado à diante com o projeto, pode render sim algo mais macabro.

A engine me lembrou demais os games em homenagem aos SCP ( <3 ).

#Link para o gameWarm Distress
#Link para o meu playthroughWD Play

+Nota de aproveitamento: 2/5. {Ambientação + música}.
+Nota de Horror: 4/5 {Psicologicamente estranho}.

15/05/2016

Calm Time: Review

Andei devendo os últimos reviews da lista de Drops Terror. Mas bem, agora, organizarei tudo em seu lugar.

Calm Time é um curto joguinho pixelizado de suspense/terror. Particularmente, achei engraçadinho e triste. Porque seu começo é meio que inusitado, já que um player dificilmente vai ter o papel do assassino em um jogo.
Digamos que sim, é difícil ser vilão uma vez sendo player, mas óbvio que isso não deixa de acontecer.

Enfim, a história vai correndo e as coisas acontecendo, e é aí que o triste vai começando a ocorrer. Tem uma linha crescente de terror psicológico, como por exemplo: o dilema de ter que esfaquear uma criança.

Calm Time é bem interessante nesse quesito. Como gosto de jogar uma boa história, esse game é um desses. Se há algo a compensar, a história faz isso. Assim sendo, a mistura de drama psicológico + suspense faz uma dupla.

Quanto à jogabilidade, algo que incomoda é a falta de um correr. A demora para chegar de um ponto a outro é grande, o que estende em minutos a resolução. Pode até ser mencionado que é uma campanha longa de tempo e não história.

"Longa". Apenas por ser cansativa.
Movimentos básicos compõem o jogo. Não é algo amplo, tudo ocorre dentro de um casarão, um lote apenas. E cada canto contém um personagem e uma história em particular.

No fim, encerra-se com certa tristeza.

#Link para o game: http://gamejolt.com/games/calm-time/19354
#Link do meu playthrough: https://youtu.be/rdI9xQxYGmQ

-Nota de aproveitamento: 5 de 5 para história.
-Nota de Terror: 2,5 de 5. Há jumpscares sonoros.

05/03/2016

Bad Dream: Butcher: Review

Point'n'Click genuíno para aqueles que gostam. A série Bad Dream possui alguns mais capítulos (que estarão em breve no canal), mas não evidenciarei mais nada além disso, não só por conta de eu não ter visto nenhum gameplay das sequências, portanto não sei se fecham ou não a história.

Mas Butcher tem sim a ver com o seu nome. É um enredo um pouco estranho, para algumas pessoas pode ser pesado - pois há pontos de mutilação neste. Mas de acordo com o que você vai explorando, vai se deparando com situações estranhas, desenrolando o enredo da vila em que você se encontra.

É um bom P'n'C. Difere de games como The Halloween (Review de The Halloween), pois não há necessidade do jogador clicar muitas vezes para alguma coisa acontecer, os cliques aqui nesse Bad Dream requerem mais a exploração do ambiente do que o clique em si, praticamente.

Ambiente básico, graficamente falando, mas com traços de desenho bem adoráveis. Visualmente, Bad Dream: Butcher é um jogo adorável, prende, enquanto tentamos descobrir itens e acontecimentos - quando não tentamos adivinhar o que ocorre.

#Link para o game: Bad Dream "Butcher"
#Link para o meu detonado: Bad Dream "Butcher" Vídeo

{Minha nota de aproveitamento: 5/5 *ponto alto: capítulo, como um todo é bem montado.
{Minha nota de horror: 3/5

stay frosty!

27/02/2016

A Box Full Of Joy: Review

Sinistro do contrário ao que nome sugere. A Box Full Of Joy chega a ser um game bem triste em sua história. Tem toques de loopings em determinados momentos, mas retornando ao ponto inicial da história. A sugestiva ação de consumir alucinógeno para então ver a situação de outra forma é igualmente bizarro.

Talvez seja um começo básico com o player ferido e ter que descobrir o que houve consigo. Até descobrir que era casado e tinha filhos em uma realidade, porém na outra, todos estavam mortos e até em uma terceira, nada existiu.

Conexão há, pelos personagens e seus enredos, porém, não é um game linear. Não o considero assim, já que quando você acredita que algo está a ser descoberto, algo semelhante a um plot twist ocorre.

Segundo ao criador, esse game é um tributo ao produtores: David Lynch e Alejandro Jodorowsky, apostando que é a melhor coisa que pode representá-los.
David Lynch
Alejandro Jodorowsky

Em adição, que torna o jogo até - meio - hilário, é a personificação ou melhor, interação de comunicação com figuras que achávamos não ser possível: ossos falantes, corpos queimados, entre outros personagens do jogo.

#Link para o game: A Box Full Of Joy
#Link para o meu detonado: A Box Full Of Joy Vídeo

{Minha nota de aproveitamento: 2/5 *ponto alto: prende o jogador.
{Minha nota de horror: 0/5

21/02/2016

Clown House: Review

Talvez o drops não seja tanto só para o vídeo, mas para a review. Clown House é um tanto que decepcionadamente curto, mas eu gosto.

Cinco minutos levaram o detonado completo: você está preso em uma casa cheio de palhaços assassinos, em que um deles quer matar você. Munido de um revólver, o player tem por objetivo escapar do lugar, vivo.

Sim, eu levei um susto no final, quando - e por fim - o palhaço veio atrás de mim. O jogo é randomizado a cada iniciada e como pode ser visto no vídeo, pouco mudou nas randomizações feitas por mim.

Caiu como uma luva em dias que eu estava em humor de palhaços. Não tenho "Coulrofobia" (medo de palhaços), porém, a partir de que cresci e a figura ser interessante em filmes de terror e artigos sobre psicopatia, eu não deixei de cogitar ver/ler/assistir coisas do gênero. Bom, nesses dias de humor, um filme aqui, uma matéria ali e esse game caiu no meu colo.

Talvez não seja indicado para quem tem essa fobia. Mas como é a intenção dessa seção do canal, um bom jogo para se passar o tempo. (pelo menos cinco minutos dele)

Jogabilidade extremamente simples, não requerido nada além de caminhar e ficar atento em volta.

#Link para o game: Clown House
#Link para o meu detonado: Clown House Vídeo

{Minha nota de aproveitamento: 1/5
{Minha nota de terror: 1/5 *ponto alto: ambiente tenso.

staaaay frosty

Midnight Library: Review

E retornamos aos games de terror costumeiros de antigamente. Midnight Library é um bom jogo sim, para quem curte first person games e com um ambiente de interação básico, mas bem apropriado ao ambiente.

Você estava na biblioteca quando desmaiou, por algum motivo que se desconhece. Era meia-noite e você tem que ir embora do lugar. Só que não é assim tão fácil, pois coisas estranhas estão acontecendo no lugar e o jogador tem que descobrir como fazer o seu caminho para fugir.

Se há saudade de Slender, esse jogo recorda do que há de tenso em jogos de quase sobrevivência ambientado no escuro. Em determinada parte, você se depara com uma gigantesca estátua do Slenderman, e daí algumas coisas fazem sentidos.
Recordando que não é um game em que você procura sete ou oito páginas/ou qualquer coisa do gênero.

Mas enfim, a mecânica é básica. Andar, não há correr, e interagir minimamente apenas ao se aproximar dos itens. Mas ambiente é muito bom, cuja trilha apavora ainda mais.
Talvez não se tenha nada novo nesse game, mas ao meu teste, eu gostei e indico.

Esse tipo de game é um dos exatos motivos pelos quais eu amo esse gênero.

#Link para o game: Midnight Library
#Link para o meu detonado: Midnight Library Vídeo

{Minha nota de aproveitamento: 5/5
{Minha nota de nível de terror: 5/5 *ponto alto: trilha/ambiente.

!!stay frosty!!

06/02/2016

Evil: Review

Criado por Nameless, Evil é um game curto de horror e em primeira pessoa. O controle é meramente o básico, e a câmera é através de perspectiva em alguns pontos que joga (sem redundância) ao jogador, enganando-o.

Pessoalmente, esse jogo mexe demais comigo. Desde a primeira vez que eu assisti a gameplay dele no canal do Pewdiepie. Enfim...

Por dois fatores:
-Trilha sonora: é feita por uma mistura de sons. Ambientes, gritos. Na realidade, um escândalo. Escândalo - para mim - psicológico. Não recomendaria fones de ouvido, afinal...
-Visual: Linhas distorcidas, rostos distorcidos, cores exclusivamente escuras. E até figuras conhecidas: Slender.

Essa mistura, para mim, me zoa um pouco a minha angústia, tensão e medo. O final do jogo, a primeira vez que vi, fiquei um tanto quanto assustada.

Os gameplays que vejo dele, os youtubers são mais corajosos. Comigo, SEMPRE que se trata desse jogo, dá vontade de me esconder para poder vê-lo.

Confesso que concordo com a visão que alguns têm desse jogo: que é idiota, padrões nada a ver. Um jogo sem sentido. Pois até é, embora que não para mim. (hm)

Indico muito, para quem é covarde como eu.

Não há uma história linear. Você acorda e precisa se vestir para sair do quarto, de uma casa que é no nada. Você sai do quarto e está em outra dimensão. Demoníaca.

# Link para o game: Evil
# Link para o detonado: Evil

{Minha nota de aproveitamento do game: 5/5
{Minha nota de horror: 10/5 *é muito sério isso.

"Teu Sangue, a Força de Tua Carne". - Lacrimosa.
!staay frosty

Don't Escape: Review

Não exatamente um game de terror, porém, com uma temática um pouco obscura (Lobisomens são considerados criaturas sobrenaturais), você é um rapaz de sangue lupino, que descobriu que é possível evitar um massacre na vila em que mora, por sua própria culpa.

Então, como jogador, você tem que evitar escapar da cabana. Não importa o que isso signifique à você. Game de navegador e Point'n'Click.

Pixelizado, pode ter um nível de terror um pouco menor do que um em outra linhagem gráfica, porém, resolvi tentar. Adoro o tema, e este, praticamente um RPG, assumi o papel de lupino. Gostei da tentativa.

Literalmente se torna um puzzle, e existem vários finais diferentes, embora o objetivo seja único: menos stamina possível para o personagem.

Publicado por scriptwelder no site Gamejolt, essa é a proposta desse game. Juntar puzzles com as notas que a bruxa lhe deu e evitar matar gente inocente.

Como descrito no about do vídeo, existe mais um final que descobri depois de publicá-lo. Pois fora esse, acredito ter passado por todos os outros

# Link para o jogo: Don't Escape
# Link para o meu detonado: Don't Escape

{Minha nota de aproveitamento do game: 5/5 *Sobre RPG & Lupinos.
{Minha nota de horror: 0/5

The Black House: Review

Publicado no site Gamejolt pelo usuário The Horror Maker, The Black House consiste em você, o player e o inspetor, investigar coisas estranhas ocorrendo em uma casa. Cabe a você desvendar todo o mistério.

De um modo ou outro, não vou por mérito ou desmerecer quais ou quantos clichês existem nesse jogo, mas em resumo, eu gostei sim do jogo.
Pessoalmente eu gosto desse tipo de jogo. Muito. Que aliás, é um dos motivos para eu gostar de games de terror, de PC. (Silent Hill eu não conheci em PC, embora Doom sim)

Enfim. Há alguns jumpscares sim, mas nada bizonho, apenas momentos apropriados enquanto você explora o local.

No começo, os controles atrapalham um pouco. Pois para tirar fotos, são duas teclas a serem apertadas, não apenas uma. Mas não demora a acostumar, e assim seguimos como jogo.

Cuja história é bem simples, e é onde entra um dos clichês (comentário a parte). Você entra, precisa abrir portas, algumas precisam de chaves que estão dentro de outras portas, encontra corpos, MANEQUINS.

Meu pior martírio em um jogo são manequins.

....Tira as fotos e no fim, o que vale é a sua curiosidade, linear e obrigatória, que é onde entra o desfecho do jogo.

É um jogo que poderia ser mais extenso, melhor explorado. Isso, com certeza. Mas eu gostei e jogaria de novo, pelo clima. A trilha ambiente é boa, é o que causa a tensão, mais do que os jumpscares ou os corpos.

Ah! Algo que me alfinetou demais, foi essa tensão do jogo. Gosto disso. Tensão de que a qualquer momento você pode ter um novo jumpscare.

Ponto ruim: A lerdeza de locomoção. Isso foi o que causou 30 minutos desnecessários. E não há sprint.

# Link para o game: The Black House
# Link para o meu detonado: The Black House

{Minha nota de aproveitamento do jogo: 4/5
{Minha nota de nível de horror: 5/5 *ponto alto: clima de tensão.

"Teu Reino é o Inferno, Perdoe o nosso Ódio". - Lacrimosa.
Stay Frosty!

23/01/2016

Murder At Masquerade Manor: Review

Jogos Indie tendem às vezes a ser simples, curtos, com poucos objetivos. Murder At Masquerade Manor é um jogo desse.

Tipo Puzzle e de exploração, sua função consiste em descobrir o assassino do dono da mansão e encontrar a arma do crime.

Mr. White é um jovem rico que todo ano, promove um baile de máscaras em sua mansão, mas em uma fatídica festa, ele é assassinado. E você sendo um inspetor e estando lá, cabe descobrir o que aconteceu.

O ponto alto do jogo é que todos são capacitados em serem assassinos, pois possuem rixa com o dono da mansão.

Em questão de jogabilidade, a câmera é um pouco atrapalhada. Você caminha em frente, mas o jogo lê em diagonal. Então você precisa modelar o personagem com todas as teclas para poder caminhar para frente.

O joguei diversas vezes. Na primeira, descobri o assassino, nas outras, não mais. Mas em contrapartida, descobri que você pode ser assassinado e encontrei as armas do crime, algo que de primeira eu não tive experiência.

Não sou fã de puzzles, gosto de mais ação, mas eu gostei sim do jogo, principalmente por ser apaixonada por Masquerades. Então para mim, esse game foi mais visual do que aproveitamento em jogá-lo.

Não possui jumpscares, não possui horror. Apenas o enredo que é sobre assassinato.

 Link para o game: Murder At Masquerade Manor
 Link para o meu detonado:
 
Drops Terror: Murder At Masquerade Manor

{Minha nota de aproveitamento do jogo: 3/5 
*5/5 para o enredo.
{Minha nota de nível de horror: 0/5 


"O diabo é real, e ele não é um homem vermelho com chifres e rabo, ele pode ser bonito, porque é um anjo caído, e era o preferido de Deus". - AHS
stay frosty +

19/01/2016

The Tender Cut: Review

The Tender Cut foi publicado pelo usuário No, Thanks no site GameJolt.com. Foi criado por Ilya Kononenko e Yuliya Kozhemyako.

É um jogo puxado mais para o artístico. Simplesmente composto por alguns elementos, é preto e branco, explorador de cenário e point'n'click.
Ocorre em um composto de apartamento, conjunto a um quarto. E cabe ao jogador repetir o que vê na televisão.

Mas não é simplesmente copiar da televisão, não é alienado a esse ponto.
As imagens da televisão não são mostradas de forma aleatória, mas provêm de um filme real.
Inspiração: a cena "Il etait une fois" do filme de Luis Bunuel: "Un Chien Andalou" (particularmente, não assisti esse filme ainda).

A dica para o jogo é prestar atenção ao que passa, porém, para quem joga pela primeira vez sem ter tido antes experiência do gameplay, é claro que não pensaria isso na hora, mas fica essa dica se for a sua primeira vez.

Não há jumpscares, é um game cult, talvez tenha um público específico, e talvez não se encaixe necessariamente no quesito terror/horror por isso. Apenas foi feito por conta do corte no olho e para aqueles que possuem fobia. Para mim, zero de agonia.

Devo dizer que é curioso de se jogar. Gostei do gráfico, mereceria uma melhor elaboração, no sentido de continuação do jogo.

 Site oficial: The Tender Cut Site
 Link para o game: The Tender Cut
 Link para o meu detonado: Drops Terror: The Tender Cut

{Minha nota de aproveitamento do jogo: 4/5
{Minha nota de nível de horror: 0/5 

"All Monsters Are Human". - AHS
stayfrosty!

The Halloween: Review

Como já é claro a essa altura, criei uma série no canal chamada Drops Terror. Vídeos com gameplay/walkthrough único, em sua maior parte curtos, com temática de horror.

The Halloween foi o game que abriu essa série.
E aqui, está o meu review:

Game de passatempo de navegador, The Halloween foi um point'n'click criado especialmente para o Dia das Bruxas (de 2010), por isso o nome.

Foi criado pela produtora SINTHAIstudios, tailandesa. Empresa é conhecida por seus diversos point'n'clicks de horror, no mesmo estilo que esse.

Como o gênero e o estilo da produtora, cabe ao jogador ser um visitante na roleplay, na história e então, explorar o ambiente clicando em tudo e diversas vezes, até que a história seja revelada, por fim.
A produtora busca colocar nos jogos diversos elementos que possam assustar (jumpscare) de cara o jogador. No caso de The Halloween, há cabeça de uma criança rolando e um suposto suicídio por tiro, que se revela à janela. É o que se resume.

Histórias simples, com certas ligações, mas neste jogo, é quase aleatório os elementos mostrados.

Em outras palavras: jogo simples, com elementos de jumpscares, mas de certo cansativo na insistência que o jogador tem de clicar até algo acontecer.

Quer conhecer a SINTHAI? SINTHAIstudios
Link para o game: The Halloween
Link para o meu detonado: Drops Terror: Halloween

{Minha nota de aproveitamento do jogo: 2/5
{Minha nota de nível de horror: 3/5 *Vale pelos jumpscares.

*As notas são de acordo com a minha opinião e o meu gosto, nada a ver com nada oficial ou crítico de outros sites.
*Contagem da nota: 5/5

"Quando não houver mais espaço no Inferno, os Mortos andarão pela Terra" 
-Dawn Of The Dead.
stayfrosty!

23/10/2014

Novos Vídeos & Novidades

Faz um tempo que não atualizo aqui o blog com os vídeos. Mas como costumo, diferentemente, no Youtube a as atualizações são decorrentes, e sem falta, agora, com dois vídeos por dia no máximo do possível.

A segunda parte de The Forgotten Ones: (nossa, cheguei ao segundo vídeo de um game de terror /achievement unlocked)

E a campanha de Modern Warfare 2 está correndo rapidinho, e essa a missão saída do forno:

Já está pronta e aos poucos colocando no ar as missões faltantes. Pretendia terminar ao menos essa, antes de colocar Advanced Warfare assim que chegar o Day Zero.
Como é fato que CoD é um dos meus games favoritos, estou me empenhando a colocar o que falta, assim posso correr tranquila para terminar Black Ops II, Bioshock Infinite e por fora do canal, testar um pouco mais do meu Alien Isolation.

Agora, para a segunda parte dessas novidades, sobre o meu outro canal.

Continuando o legado em The Sims 4, temos esse capítulo mais novo:

E seguidamente, essas montagens de Lotes:



A última parte da reforma na casa dos meus bruxos: http://youtu.be/-b6D_4dI5zM




22/09/2014

Mais Gameplays

Faz um tempinho, huh. Mas, não deixei de atualizar os meus canais, sempre que posso, e aqui nesse post venho com o resumo do que foi para o ar. Na próxima postagem, colocarei os #CC que fiz para o The Sims 2,3,4.

Outro detalhe, meu caminho por Titanfall está me dando orgulho, nisso, postarei um gameplay nos próximos dias - já está salvo na conta. Tanto que em dois dias pulei alguns níveis significativos.

Ghosts está algo que complicado... Os lobbys estão vazios - muito. Parece que de fato aqui no Brasil, o jogo está a cada dia mais abandonado, me fazendo acreditar que as pessoas realmente o acham ruim. É uma pena, eu tenho o maior prazer em jogar esse jogo, tanto em MME como em Infected. E assim, os gameplays que ando postando, são de qualidade mediana, infelizmente, porque ou coloco algo de Ghosts que eu gosto, ou não teria nada. Andei revendo os vídeos que colocarei e os que já pus e fico na linha da dúvida.

Modern Warfare 2 é aquela sina, no Xbox as gameplays boas são raras, porque o host não tem uma conexão agradável, e o Playstation 3 possui a trava de gravação.
-De novo deixando isso claro-

Ah. Comecei novo game no canal: Dishonored e completei um: Serena. Aliás, estreei o meu gosto por games de terror: The Forgotten Ones. Já foi tenso continuar. E Serena, possivelmente eu faça um post dando por fim, um review completo sobre ele.

Bom, aqui estão os vídeos por conta:

BathoryAria:
The Sims 2 #18 = http://tinyurl.com/kvh2zw2
The Sims 3 #2 TNGOSV = http://tinyurl.com/pn5fp5o
The Sims 4 #1 GL = http://tinyurl.com/p2umv93

starlitesonata:

The Forgotten Ones: http://tinyurl.com/qetqgsf